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Cao da groenlândia

caodagroenlandia

País de origem: Groenlândia
País patrono: Dinamarca
Nome no país de origem: Grønlandshund
Utilização: Cão de Trenó
Sem prova de trabalho
RESUMO HISTÓRICO: o Cão da Groenlândia é uma das raças mais antigas do
mundo e foi usada desde os tempos mais remotos, pelos Esquimós, com propósitos de
transporte e caça. A seleção dos exemplares para a criação foi baseada principalmente
nas qualidades tais como força, rusticidade e resistê;ncia, mas uma aparê;ncia atraente
também foi mantida. Com uma natureza robusta o Cão da Groenlândia é especialmente
um cão para aqueles que apreciam a vida ao ar livre. É um excelente companheiro para
pessoas que gostam de passear pelos bosques ou montanhas com seu cão carregando
suas bagagens.
APARÊNCIA GERAL: é um spitz polar muito forte, construído para a resistê;ncia
e trabalhos extenuantes como cão de trenó sob as condições do Ártico. Alguma
variação no tamanho é permitida, desde que a habilidade para o trabalho e harmonia
não sejam afetadas.
PROPORÇÕES IMPORTANTES: o corpo é retangular e curto com relação a altura
na cernelha com o comprimento do tronco é de 10:11. Nas fê;meas são permitidas um
tronco um pouco mais longo.
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: as qualidades temperamentais
predominantes no Cão da Groenlândia são a energia, força mental e coragem. É
um apaixonado e incansável cão de trenó. Com pessoas – também os estranhos – é
amigável, e, ao passo que como cão de trenó não está vinculado a uma pessoa em
particular, e assim, não adequado como cão de guarda. Na caça às focas e ursos polares
demonstra um forte instinto de caça.
CABEÇA
REGIÃO CRANIANA
Crânio: largo e ligeiramente arqueado; mais largo entre as orelhas.
Stop: defi nido, mas não fortemente marcado.
REGIÃO FACIAL
Tr ufa: grande e escura, de acordo com a cor da pelagem. Frequentemente de cor
fígado em cães com a pelagem vermelhodourado.
Pode tornarse
rosa durante o
inverno (“trufa de neve”).
Focinho: em forma de cunha, largo na base e afi nando em direção à trufa, mas não
pontudo. A cana nasal é reta e larga do stop para a trufa.
Lábios: fi nos e aderentes, estendendose
muito próximos aos poderosos dentes.
Maxilares / Dentes: maxilares poderosos com uma dentição regular, sadios e fortes.
Mordedura em tesoura.
Olhos: escuros, são preferidos, mas a cor de acordo com a pelagem é aceita. São
ligeiramente inclinados e sem implantação profunda ou protuberante. Expressão
franca e destemida. Pálpebras bem ajustadas.
Orelhas: bastante pequenas, triangulares, com as extremidades arredondadas, portadas
fi rmemente eretas. São muito móveis e expressivas com respeito a sua posição.
PESCOÇO: muito poderoso e bastante curto.
TRONCO: forte e bastante compacto, ligeiramente mais longo que a altura na
cernelha.
Linha Superior : nivelada ou ligeiramente inclinada.
Dorso: reto.
Lombo: largo.
Garupa: ligeiramente inclinada.
Peito: profundo e largo, porém as costelas não devem ser em forma de barril.
Ventre: seguindo a linha do peito. Aceitase
um ligeiro esgalgamento.
CAUDA: de inserção alta, grossa e densa. Portada em curva ou ligeiramente enrolada
sobre o dorso.
MEMBROS:
ANTERIORES: vistos pela frente, são perfeitamente retos, musculatura poderosa
e ossatura pesada.
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Ombros: moderadamente inclinados.
Br aços: retos e fortes, um pouco mais longos que as escápulas.
Cotovelos: bem ajustados ao corpo, mas capaz de moverse
livremente.
Antebr aços: retos e fortes.
Articulação do car po: forte e fl exível.
Metacarpos: fortes e elásticos, ligeiramente inclinados.
Patas: de preferê;ncia grandes, poderosas e redondas, com unhas e almofadas fortes.
POSTERIORES: vistos por trás, são perfeitamente retos. Muito musculosos com
ossatura poderosa e moderada angulação.
Coxas: poderosas e muito musculosas.
J arretes: largos e fortes. Moderadamente angulados.
Patas: de preferê;ncia grandes, poderosas e redondas, com unhas e almofadas fortes.
MOVIMENTAÇÃO: um trote efi ciente, harmonioso, fl uente e incansável é essencial
para um cão de trenó. Em pista o cão deve ser mostrado com a guia solta e num trote
moderado para mostrar bom alcance e propulsão. Visto de frente, quando caminha, o
Cão da Groenlândia não se move em single tracking, mas a medida que a velocidade
aumenta os membros convergem gradualmente para dentro seguindo uma só linha.
PELAGEM
Pelo: duplo pelo, isto é, um subpelo macio e uma pelagem consistente e densa, reta,
pelos rústicos sem serem encaracolados ou ondulados. Na cabeça e nos membros a
pelagem é mais para curta; no tronco mais longa e mais abundante. O pelo é longo
na linha inferior da cauda, dando à ela uma aparê;ncia frondosa.
COR: qualquer cor sólida
ou particolor é
permitida, exceto os albinos que devem
ser desqualifi cados.
ALTURA
Altura da cernelha: para machos: acima de 60 cm.
para fê;meas: acima de 55 cm.



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bullet Dra Renata Avancini Médica veterinária, formada pela Universidade de Santo Amaro em 2007. Mestre e Doutora em Ci?ncias pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ) da Universidade de S?o Paulo (USP), em 2009 e 2012 respectivamente. Graduada em 2014 no Curso de Especialização em Produção e Sanidade de Animais de Biotério pela FMVZ USP. Experi?ncia em clínica geral, medicina regenerativa, biotecnologia com concentração em células tronco e experi?ncia em doc?ncia na disciplina de Anatomia dos Animais Domésticos. Professora de Anatomia Veterinária da Faculdade das Metropolitanas Unidas (FMU) e na Universidade Paulista (UNIP). Médica veterinária na CURAVET. Contato: contato@curavet.com.br>



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