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Cao das montanhas do atlas

caodasmontanhasdoatlas

País de origem: Marrocos
Nome no país de origem: Chien de Montagne de l’Atlas - Aïdi
Utilização: Cão de guarda e proteção do rebanho e dos pertences
de seu dono.
Sem prova de trabalho
Sergio Meira Lopes de Castro
Presidente da CBKC
Roberto Cláudio Frota Bezerra
Presidente do Conselho Cinotécnico
Tradução: Suzanne Blum
Revisão: Álvaro D’Alincourt
Impresso em: 19 de outubro de 2012.
3
CÃO DAS MONTANHAS DO ATLAS - AÏDI
RESUMO HISTÓRICO: o cão das Montanhas do Atlas existiu há tempos
imemoráveis nas montanhas e nos planaltos da África do Norte. Atualmente, pode ser
encontrado em grande número nas Montanhas do Atlas de Marrocos, país que possui
o padrão. Ligado à população pastoreia semi nômade das regiões montanhosas e tem
o papel claro de defender a tenda e os pertences de seus donos, assim como, como de
proteger o rebanho dos animais selvagens que poderiam atacá-los.
Não existe cão pastor na região do Atlas. O cão marroquino que vive em nossas
montanhas nunca vigiou rebanhos no sentido Europeu a que lhe atribui (condutor de
rebanho).
APARÊNCIA GERAL: sólido, muito rústico, notável para seu poder e mobilidade;
é bem musculoso, enérgico, de fortemente construído mas não pesado e possuindo
uma grossa pelagem fechada que o protege tanto do sol quanto do frio das montanhas
nativas. Esta pelagem lhe serve de armadura nas brigas que o Cão das Montanhas do
Atlas pode acontecer contra chacais e outros predadores. Seu olhar é alerta, direto e
decidido como convém a um cão vigilante, sempre pronto para cumprir seu papel de
guardião. Em algumas regiões do Marrocos é habitual cortar as orelhas e a cauda dos
cães de trabalho.
PROPORÇÕES IMPORTANTES
• comprimento do tronco (ponta do ombro – ponta da
nádega) / tamanho (altura na cernelha): 10 : 9
• profundidade do peito / tamanho (altura na cernelha): 1 : 2
• comprimento do focinho / comprimento da cabeça: 11 : 24
• comprimento do crânio / largura do crânio: 1 : 1
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: muito fiel, afetuoso e dócil com seu
dono e membros da família, o Cão das Montanhas do Atlas exibe um inerente
comportamento de guarda e proteção notável. Sempre alerta, mede a gravidade e a
proximidade de qualquer perigo e instintivamente e sem medo providencia uma resposta
apropriada e eficiente.
4
CABEÇA: forte e larga, bem proporcionada ao corpo; sua forma geral é cônica; é
livre de rugas e não tem músculos proeminentes; os ossos das bochechas não são
cinzeladas e se unem de maneira uniforme, do crânio ao focinho no mesmo plano, sem
ruptura.
REGIÃO CRANIANA
Crânio: plano e largo; se observa um ligeiro sulco médio e uma protuberância occipital,
embora presente, é raramente perceptível.
Stop: ligeiramente pronunciado.
REGIÃO FACIAL
Trufa: preta ou marrom em harmonia com a cor da pelagem; razoavelmente larga com
narinas abertas.
Focinho: cônico como o restante da cabeça; é sensivelmente menos longo que o crânio;
o stop é oblíquo e não muito definido.
Lábios: finos, aderentes, pretos ou marrons de acordo com a cor da pelagem.
Maxilares: fortes, dentes bem implantados, poderosos, brancos e uniformes.
Dentes: mordedura em torquê;s. Mordedura em tesoura ou tesoura invertida sem perder
o contato entre os incisivos, é tolerado.
Olhos: médios, escuros com variações de acordo com a cor da pelagem, do âmbar
escuro ao marrom dourado. As pálpebras são ligeiramente oblíquas e bem pigmentadas;
parecem pintadas em cães de pelagem clara. A expressão é bem alerta, atenta e
investigativa.
Orelhas: de comprimento médio, com pontas ligeiramente arredondadas. As orelhas
são inseridas obliquamente de maneira a deixar o crânio bem visível; elas são portadas
semi caídas, levantadas para a frente quando em alerta e as vezes portadas para trás
quando em repouso.
PESCOÇO: poderoso, bem musculoso, sem barbelas.
5
TRONCO
Linha superior: deve ter uma ligeira depressão em perfil, mas sem parecer um dorso
selado.
Dorso: largo, bem musculoso, de comprimento moderado, seguido por um lombo
poderoso, muito musculoso e ligeiramente arqueado.
Garupa: harmoniosamente inclinada.
Peito: de largura adequada, longo e bem descido até os cotovelos; costelas ligeiramente
arredondadas.
Linha inferior: levantando atrás das falsas costelas sem ser esgalgado.
CAUDA: longa. atingindo pelo menos os jarretes, inserida na extensão da linha da
garupa, portada baixa em forma de cimitarra, quando em repouso. A cauda é bem
franjada e a riqueza das franjas denota a pureza da raça. Em movimento, o cão porta
sua cauda alegremente. A cauda nunca deverá ser portada permanentemente enrolada
sobre o dorso.
MEMBROS
ANTERIORES
Ombros: oblíquos, cernelha visivelmente definida, ângulo escápulo-umeral de
aproximadamente 100°.
Braços: fortes, musculosos, oblíquos e próximos ao peito.
Antebraços: retos, bem construído e moderadamente bem musculoso.
Metacarpos: curtos e quase verticais.
Patas: praticamente redondas, com sólidas almofadas e unhas fortes, cuja cor depende
da cor pelagem.
POSTERIORES
Quadril e coxas: o ilíaco é muito pronunciado; as coxas são bem musculosas sem
serem de aparê;ncia pesada e bem inclinadas.
Pernas: os ângulos dos joelhos e dos jarretes são obtusos, os quais levantam a garupa
e dão esta aparê;ncia inclinada em direção à cernelha.
6
Patas: praticamente redondas, com sólidas almofadas e unhas fortes, cuja cor depende
da cor pelagem.
MOVIMENTAÇÃO
Passo, trote, galope: sem “hackney” e com alcance suficiente.
Movimento natural: curto, trote rápido, em single-tracking. Neste passo o cão do
Atlas parece incansável.
PELE: elástica e resistente.
PELAGEM
Pelo: denso, bastante áspero, semilongo, com aproximadamente 6 cm de
comprimento, exceto na cara e nas orelhas, onde o pelo e curto e fino. No pescoço e
na garganta o pelo forma uma juba, especialmente nos machos. Os culotes e a cauda
são cobertos por abundantes e longos pelos.
COR: a cor da pelagem e muito variada:
• fulvo: desde a areia lavada até o vermelho escuro. Estes pelos podem ser tigrados
com preto ou portando uma capa de qualquer tom. Este manto pode ser completo
(ocupa todo o dorso do animal).
• marrom: do bege ao tom do pão queimado. As cores mais claras podem ter um
manto marrom mais escuro.
• preto.
Todas estas cores podem ser manchadas com branco. Estas manchas podem ir desde
algumas marcas discretas até as que cobrem totalmente a pelagem (pelo branco). Os
lábios e a trufa devem ser sempre fortemente pigmentados de preto ou marrom
(dependendo da cor da pelagem).
• arlequim, azul e isabela não são aceitas.
TAMANHO: 52 - 62 cm
7
FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deverá ser considerado como
falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.
• aparê;ncia atarracada.
• cabeça carnuda.
• crânio estreito.
• orelhas curtas ou muito longas.
• falta ou excesso de stop.
• expressão evasiva, selvagem ou sem expressão.
• trufa manchada ou falta de pigmentação nas pálpebras ou trufa.
• aprumos incorretos.
FALTAS ELIMINATÓRIAS
• agressivo ou muito tímido.
• focinho pontudo.
• olhos de rapina.
• orelhas portadas sempre eretas.
• prognatismo superior ou inferior com falta de contato.
• cauda permanentemente curvada sobre o dorso.
• insuficiê;ncia de franjas.
• pelagem curta.
• cores: arlequim, azul, isabela.
• criptorquidismo ou monorquidismo.
• todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento
deve ser desqualificado.
NOTA:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparê;ncia normal, bem
desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.



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