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Dengue em animais: saiba como a doença pode ser perigosa


 Ana Finatti

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(Foto: Reprodução/ Google)

Eles são imunes? Infelizmente, não. A picada do mosquito infectado pode transmitir a dirofilariose, conhecida como verme do coração.

Em tempos de Aedes aegypti, é comum surgirem dúvidas sobre as formas de cuidados com o ataque de insetos em nossas casas, afirmam os profissionais do VetQuality Centro Veterinário 24h. No meio dessa preocupação, prezamos pela saúde daqueles que convivem conosco e isso inclui também os animais domésticos.

Sendo parte da família, os bichinhos de estimação também merecem a devida atenção. Saiba agora se o mosquito representa perigo ao seu cachorro ou gato e previna-se da dengue em animais.

Os animais são imunes ao Aedes aegypti?

Não. Sabe-se que o mosquito aedes aegypti tem preferência pelo sangue humano porque é atraído por uma proteína específica. Ainda assim, ele pode picar animais domésticos e silvestres e transmitir doenças que não têm qualquer relação com a dengue, chikungunya ou zika vírus. Dessa forma, ao contrário do que podem pensar, os animais não estão imunes aos problemas de saúde trazidos pelo inseto.

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(Foto: Reprodução/ Google)

Quais os perigos da dengue em animais?

O aedes aegypti pode ser o causador de uma doença grave que acomete gatos e cães e que pode levar à morte. Na verdade, os problemas se diferem, não se trata de dengue em animais, mas sim, da dirofilariose, também conhecida como verme do coração, já que é nesse órgão que o problema se instala. Em épocas e locais com grande foco de mosquito da dengue, a doença tem maior incidência e se soma aos casos em que é transmitida por pernilongos comuns, por isso a importância de se manter um controle preventivo do mosquito durante todo o ano.

Transmissão e características da doença

Após a picada, esse parasita – verme em forma de novelo – segue pela corrente sanguínea do animal e se instala no coração para ali começar a se alimentar e desenvolver. Dependendo do tempo e da gravidade do caso, o bichinho infectado pode abrigar um parasita de até 35 centímetros de comprimento no coração, além de outras larvas que irão se alimentar da proteína do sangue e outros nutrientes do animal. Os sintomas da dirofilariose aparecem em forma de tosse, cansaço, desânimo, abdômen dilatado e edema pulmonar.

Tratamento da dirofilariose

A cura da dirofilariose ou dengue em animais, é feita por meio de um medicamento que se hospeda nas artérias do coração e pulmão, para matar o verme. Nesse tratamento, o risco do animal ter alguma artéria ou capilar entupidos pelo medicamento existe, o que pode levar à embolia pulmonar e até infarto. Mesmo sendo de alto risco, o tratamento deve ser feito, já que o parasita cresce com rapidez e é fatal para o animal doente.

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(Foto: Reprodução/ Google)

Como prevenir o problema

Por ser um dos vetores da doença, o aedes aegypti deve ser combatido em qualquer ambiente doméstico.

Para proteger os bichinhos que ficam dentro de casa, invista em telas nas janelas e aplique inseticidas nas áreas externas.

Os potinhos de comida e água devem ser sempre higienizados com uma bucha para não virarem criadouros de larvas.

Pelo menos duas vezes na semana faça a limpeza e, mesmo que o animal não beba todo o volume de água colocado no bebedouro, o ideal é que o conteúdo seja renovado diariamente com água limpa.

Para os cães, existem produtos inseticidas específicos para aplicação direta no pelo e que podem ajudar na prevenção da doença. Também podem ser usadas coleiras com produto repelente. Em regiões endêmicas da dirofilariose, o ideal é que se faça uso de um medicamento vermífugo de aplicação mensal. Ao entrar na corrente sanguínea do animal, o parasita não consegue chegar ao coração e morre em contato com o medicamento. Independentemente do método utilizado, sempre consulte uma clínica veterinária para saber qual das opções é a melhor para o seu pet.



Fonte da Notícia: https://organicsnewsbrasil.com.br/blogs/blog-mais-pets/dengue-em-animais-saiba-como-doenca-pode-ser-perigosa/



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