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7 dicas para cuidar do coração do seu pet


7 dicas para cuidar do coração do seu pet


Para evitar problemas problemas cardíacos, é preciso conhecer a raça do seu cão e investir em cuidados diários


Para saber se sua saúde vai bem ou não, é necessário conhecer o seu próprio corpo. Se algo sair do normal, é um sinal de alerta. O mesmo vale para os animais. O problema é que as doenças cardíacas, podem ser silenciosas, mas fatais.


Felizmente, a maioria das doenças que atingem o coração dos pets é tratável, principalmente quando são identificadas logo no início.


Por isso, os tutores devem ficar atentos a seus cachorros e gatos e como eles se comportam quando estão saudáveis, além disso, conhecer os sintomas mais comuns das doenças cardiovasculares para ajudar a identificar o problema logo no início.


Confira as dicas que ajudarão você a cuidar muito bem do coração do seu amigo peludo para que ele tenha uma vida repleta de amor por vários anos:


Alimentação balanceada


A maneira como nutrimos nosso pets pode ajudar a prevenir diversas doenças, inclusive aquelas que atingem o coração.


É importante ficar de olho na composição das rações que você oferece ano seu bicho de estimação. Um dos pontos mais importantes é uma boa oferta de proteína. Procure rações das categorias Premium ou Super Premium, feitas com ingredientes de melhor qualidade e quantidades reduzidas de gordura.


Além disso, evite alimentar o pet com comidas que não são próprias para animais, pois elas podem causar danos à saúde.


Evitar excesso de peso


Cada animal tem um porte físico e um peso médio esperado para ser atingido durante a idade adulta. Então fique de olho se o seu pet não está engordando – ou emagrecendo – muito, pois isso pode ser sintoma ou a causa de uma doença cardíaca.


No caso do coração, o excesso de peso é bastante perigoso. Isso porque o órgão fica sobrecarregado, a circulação sanguínea.


Uma alimentação equilibrada e uma rotina de exercício vão prevenir esse risco.


Realizar atividades físicas


Os pets costumam amar o horário do passeio! Esse momento é muito importante para a saúde deles. Realizar atividades físicas diariamente ajudará a exercitar os músculos do animal, inclusive o coração, que também é um músculo, e vai favorecer a circulação do sangue.  


Por isso, tente manter uma rotina de exercícios com o seu animal. Se não for possível passear, estimule-o com brincadeiras e brinquedos dentro de casa, principalmente no caso dos gatos. Além de ficar feliz, seu pet ficará mais saudável.


Dentes bem cuidados


Quer saber qual é a relação entre a saúde dos dentes e do coração? O tártaro, aquela mancha amarela que se forma sobre o dente dos animais, é formado por bactérias. Se elas entram na corrente sanguínea e atingem o coração, podem causar uma endocardite bacteriana, um grave problema de saúde.


Para evitar, basta escovar os dentes do seu pet com regularidade. Oferecer alimentos e brinquedos duros, para que os animais possam morder e esfregar os dentes também ajuda. Se houver muito tártaro acumulado, será preciso realizar um procedimento na clínica veterinária.


Check ups regulares


Comparecer a consultas regularmente e realizar os exames solicitados pelo veterinário ajudará a manter a saúde do seu pet em dia. Se alguma alteração for detectada nos exames, o profissional poderá avaliar o caso e iniciar o tratamento rapidamente.


Caso o pet apresente ou já tenha histórico de doenças cardíacas, o acompanhamento veterinário será mais intenso. Programe-se para oferecer esse cuidado ao seu pet!


Além disso, se você notar alguma mudança de comportamento no seu amigo peludo, procure um veterinário. As avaliações rotineiras são importantes, mas também é necessário ficar de olho no pet entre uma consulta e outra.


Conhecer a raça do seu pet


Apesar de qualquer animal ter chances de desenvolver problemas cardíacos, algumas raças de cães e gatos têm uma certa predisposição. Por isso é preciso saber quais são as características da raça para cuidar bem do animal.


Cães de raças pequenas, como Shih-tzus e Poodles, têm mais chances de desenvolver problemas na válvula do coração. E os sintomas podem aparecer quando os cães ainda são jovens, entre os três e cinco anos de idade.


Os cães maiores, como Boxers e Labradores, podem desenvolver a cardiomiopatia dilatada, uma doença caracterizada pela alteração do músculo cardíaco, especialmente quando envelhecem.


No caso dos gatos, as raças Maine Coon e Ragdoll são as que mais têm chance de apresentar a cardiomiopatia hipertrófica, uma doença de origem genética.


Sabendo quais são os problemas mais frequentes, fica mais fácil consultar um veterinário para saber se o seu pet também tem chances de desenvolvê-los.


Estar atento a sintomas


Os problemas no coração dificultam o bombeamento de sangue, por isso os pets começam a ter dificuldade para respirar. O animal pode ficar ofegante e demonstrar desconforto, sintomas clássicos de doenças cardíacas.


Já a tosse pode ser um sinal para várias doenças, então não se desespere se o seu pet começar a tossir, mas consulte um veterinário para checar se não é um problema mais grave.


A fraqueza pode ser causada pelo envelhecimento natural do pet, mas também pode sinalizar uma cardiopatia. Observe se o comportamento do seu peludo mudou abruptamente ou se ele fica cansado com atividades que antes não ficava.


Língua arroxeada, chamada da cianose, pode ser um sinal de problemas de circulação sanguínea, que estão relacionados com problemas cardíacos.


Desmaios e edemas são sintomas mais sérios, que podem indicar diversos tipos de doença.


Se você notar algum desses sintomas no seu pet, consulte um veterinário sp para conferir se a saúde do seu animal vai bem, evitando problemas mais graves.



Fonte da Notícia: Vet Quality



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