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R$ 80 mil será investido em castração de cães e gatos


POR: CAROLINE PAULART


22 AGOSTO 2018



Não é de hoje que os moradores de Campo Lar­go sentem-se preocupados com o número cres­cente de animais abandonados, tanto na região central, como no interior da cidade. Até então, não havia políticas públicas concretas para que o número de animais abandonados diminuísse, apenas o trabalho das ONGs e grupos de voluntários que atendem a essa demanda.


Em conversa com a Folha de Campo Largo, o setor de Veterinária do município revelou que aproximadamente R$ 80 mil serão investidos em castrações de 300 cães e gatos. Essa iniciativa irá passar por licitação, para que seja feita a contratação de uma clínica veterinária que faça um traba­lho sério e zele pela saúde e bem-estar animal. “Esses 300 animais já estão cadastrados em uma lista de espera. De­mos preferência para famílias com até dois salários míni­mos, que tenham vínculo com programas sociais e também para cães comunitários, que são aqueles que moradores de determinado bairro ou rua acabam cuidando”, explica a mé­dica veterinária Gisele Spréa.


Atualmente a lista não está aberta para cadastros pú­blicos, somente para a realização de cirurgia nos animais já cadastrados. De acordo com a médica veterinária, essas castrações são realizadas em machos e fêmeas. “É benéfi­co para a saúde do animal realizar esse tipo de procedimen­to, muito embora ele também ofereça riscos, especialmente para a fêmea, que precisa ter o abdômen aberto. Entretanto, além de prevenir a cria dela, que é na maioria em ambien­tes inóspitos, também previne tumores mamários e infec­ções no útero. Já nos machos, previne uma série de fatores hormonais, tumores testiculares, além de diminuir a agres­sividade”, diz.


Os procedimentos serão feitos em ambos os sexos, mas principalmente nas fêmeas para controle de população. Acredita-se que ao castrar os animais comunitários, a chan­ce dele ser adotado aumente, principalmente pelas pessoas que já convivem e proporcionam uma vida um pouco mais “fácil” para eles, oferecendo comida, água e abrigo. “Infeliz­mente será impossível encontrar um lar para todos os ani­mais que se encontram nessa situação hoje, mas podemos incentivar a adoção responsável, tal como já faz alguns gru­pos e ONGs no município. Isso é muito importante porque conscientiza que aquele animal é um ser vivo, não um obje­to. Ele também tem direitos e o seu tutor tem obrigações so­bre ele perante a Lei”, retrata Dra. Gisele.


As denúncias de maus tratos podem ser feitas por meio do telefone 156, sempre descrevendo qual o mau trato o animal está sofrendo (falta de alimentação, preso na coleira, se está doente, violência física, entre outros).


Adoção consciente, cuidados e a adaptação


Adotar um animal é uma das mais belas e necessá­rias atitudes dos cidadãos. Além de prevenir uma super­população de animais na rua, é possível experimentar o sentimento de gratidão que esses animais demonstram. Entranto, é importante cuidar muito bem desses animais, que merecem tanta atenção, quanto os “de raça”.


“Popularmente, as pessoas dizem que animais sem raça definida, o SRD, são mais fortes, mas isso não é ver­dade. Eles devem ser tão bem cuidados quanto os demais. Diferentemente dos animais que têm uma raça definida, no SRD não é possível presumir o tamanho que ele poderá fi­car se adotado quando filhote. Portanto, é importante que tenha um espaço em casa para que ele se sinta confortá­vel”, explica Michelli Parchen, graduanda de Medicina Ve­terinária e atendente de pet shop.


Um dos pontos abordados por Michelli é a importância de pensar se terá condições de bancar cuidados básicos ao animal que ela irá adotar. “Não adianta pegar um bichinho para adotar se não vai ter tempo, dinheiro para os custos de ração adequada, vacina, consultas, banhos, vermífogos, va­cinas. Se ela não tiver tempo, deixar o animalzinho trancado o dia todo dentro de casa, sozinho, não vai levar para passe­ar, é importante pensar bem, porque o tempo é ingrediente fundamental no cuidado com os animais”, acrescenta.


Logo após a adoção, o ideal é levar ao veterinário para que ele examine o estado geral do cachorro, se está com alguma doença, se precisa tomar vacinas e vermífogo. Em filhotes, o protocolo de vacinação prevê três tipos de vaci­nas e depois periodicamente uma vez ao ano.


O espaço do canil também recebe recomendações. O indicado pelo Conselho Federal de Medicina Veterinária, para canis, é um espaço que o cachorro consiga rodar ao redor do próprio corpo e ficar em pé. Para cães grandes, espaço de quatro metros quadrados para cada; para mé­dio porte de 2,25 metros quadrados e para pequeno porte de um metro quadrado para cada. Além disso, o canil deve receber luz solar e ter abrigo para sombra, chuva e frio.


Animais que já são adultos e estavam na rua aca­bam sendo acostumados a consumir comidas de huma­nos, mas que acabam fazendo muito mal por conta dos temperos. A dica dada por Michelli é tentar misturar na ração alimentos próprios para animais com consistência mais molhada, para chamar atenção. Aos poucos ele irá se adaptar com a ração.


“Quando são mais filhotes, eles têm esse jeitinho mais arteiro, de roer e destruir algumas coisas, mas a pessoa que vai adotar já deve saber disso. Porém, além dos fi­lhotes, os cães maiores também, já adultos, também me­recem uma chance de mostrar o amor e a gratidão que existe dentro deles. Esses precisarão de um pouco mais de paciência por parte dos donos, pois tentarão fugir, pre­cisam se acostumar com a casa e com a família, mas vale­rá muito a pena o esforço no resultado final”.


Gatinhos


Gatos são mais independentes, por isso são mais indi­cados para pessoas que têm menos tempo ou que moram em locais mais fechados, como apartamentos. Entretan­to, Michelli ressalta a importância de manter uma alimen­tação balanceada, vacinação em dia, vermífogo e também atenção e carinho.



Fonte da Notícia: http://www.folhadecampolargo.com.br/noticias/geral/rs-80-mil-sera-investido-em-castracao-de-caes-e-gatos-41552



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