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Osteide podal


Osteide-podal


A osteíte Podal (OP) pode ser séptica (presença infecção) e não séptica (presença de inflamação), é uma condição inflamatória da pata que resulta na desmineralização ou osteomielite  da  3º falange.


 


CAUSAS


A Osteíte Podal não séptica é geralmente associada com traumas na sola em solos que possuem pedras, pedregulhos e solos irregulares que aumente o contato da sola diretamente, podendo leva a uma inflamação aguda ou crônica, que é resultado de repetitivas concussões durante o exercício em superfícies duras. A Osteíte Podal secundária é mais comum e pode ser causada por calosidades persistentes, laminites, feridas punctórias, contusões de sola e falhas de conformação. Na Osteíte Podal séptica geralmente se desenvolve da introdução de micróbios ambientais, tanto nos tecidos mole da pata, com subseqüente extensão da infecção para a falange distal, como pela introdução direta dos micróbios na 3º falange (por exemplo, feridas penetrantes e profundas através de pregos, parafusos, dentre outros). As causas mais comuns são as laminites, abscessos subsoleares, fratura na margem solear, rachaduras profundas na parede do casco, lesões por avulsões do casco e feridas penetrantes na pata.


 


SINTOMAS CLÍNICOS


Osteíte Podal acomete mais os membros anteriores podendo se uni ou bilateral, levando a claudicação acentuada após o exercício ou na colocação da ferradura. A claudicação varia do grau 2 (manqueira ao passo) a 5 (não coloca a pata no solo), tendo um aumento da temperatura e aumento do pulso digital.


 


DIAGNÓSTICO


Os sinais radiográficos associados com Osteíte Podal não séptica são caracterizados pela desmineralização, alargamento dos forames nutríceos e uma irregularidade óssea ao longo das margens soleares da superfície da falange distal. Na OP séptica leva uma perda dos detalhes trabeculares com margens indistintas desaparecendo ao redor do osso levando uma osteólise nas margens da falange distal.


 


TRATAMENTO


O uso de antiinflamatórios não esteroidais, vasodilatadores periféricos, antibióticos, casqueamento corretivos, ferrageamento com ferraduras apropriadas e solos macios para uma melhor recuperação.



http://www.portaldoequino.com.br:3000/dicas/9

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