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Podengo canário

 PODENGOCANARIO

País de origem: Espanha
Nome no país de origem: Podenco Canário
Utilização: É empregado para a caça ao coelho e adaptando-se
perfeitamente às múltiplas variações de terreno, utiliza
seu prodigioso olfato, assim como a visão e a audição.
Resistente a altas temperaturas, ele é capaz de caçar
incansavelmente do amanhecer ao anoitecer. Consegue
detectar a presença de coelhos no interior das gretas,
paredes, tocas, tubos vulcânicos e matagais espinhosos.
Sua extraordinária conservação deve-se, sem dúvida,
a suas aptidões de caçador que se fizeram necessárias
ao longo dos séculos. É um cão primordialmente de
rastro, não devendo latir ou abater a presa durante o
rastreio. Também é utilizado na caça em conjunto com
furões, modalidade permitida nas Ilhas. Também
consegue apanhar coelhos com os dentes.
Sem prova de trabalho
RESUMO HISTÓRICO: é conhecido nas Ilhas Canárias, de onde é originário,
com o nome de Podenco Canario. É encontrado em todas as ilhas em grande
quantidade, especialmente nas maiores: Gran Canaria e Tenerife. O Podengo Canário
tem sua origem na época dos faraós e foi levado para as Ilhas Canárias provavelmente
pelos Fenícios, Gregos, Cartagineses ou pelos próprios Egípcios. É uma das raças
mais antigas que existem, podendo ser encontrados vestígios gravados, esculturas,
baixo relevos, etc., nas tumbas dos faraós e museus como o Louvre e o Museu
Britânico. Esta raça tem uma antiguidade aproximada de sete mil anos.
APARÊNCIA GERAL: cão de porte médio, ligeiramente alongado, leptossômico
(delgado), ligeiro e muito resistente. O esqueleto é bem desenvolvido. A ausência de
camadas de gordura permite a observação das costelas, da coluna vertebral e dos
ossos do quadril. A musculatura é extremamente desenvolvida, enxuta e mostrando
as contrações musculares através da pele.
PROPORÇÕES IMPORTANTES: ligeiramente mais longo que alto. Peito bem
desenvolvido, sem atingir os cotovelos. Focinho ligeiramente mais longo que o crânio.
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: valente, nervoso, inquieto e
irradiando dinamismo. Nobre, mas nunca agressivo. Inegavelmente dedicado ao seu
dono. Suportam arduamente as mais rigorosas jornadas sem o menor sinal de fadiga.
CABEÇA: alongada. Em forma de cone truncado, muito proporcionada em relação
ao corpo, medindo de 21 a 22 cm de comprimento. As linhas crânio-faciais são
paralelas.
REGIÃO CRANIANA
Crânio: mais longo que largo, plano, com a protuberância occipital proeminente.
Stop: não muito marcado.
4
REGIÃO FACIAL
Trufa: larga, cor-de-carne, harmonizando sua cor com a da pelagem; fossas nasais
pouco abertas.
Focinho: proeminente e amplo, em forma de cone, de cor-de-carne em maior ou
menor intensidade de acordo com a cor da pelagem.
Lábios: finos e ajustados, harmonizados com a cor da trufa.
Dentes: mordedura em tesoura, em perfeita oclusão e bem desenvolvidos.
Olhos: oblíquos, amendoados e pequenos. De cor âmbar, mais ou menos escuros e a
sua intensidade depende da cor da pelagem. Seu olhar é inteligente e nobre.
Orelhas: bem grandes. Em atenção, levantam-se de forma ligeiramente divergentes.
Em repouso, são inclinadas para trás. Largas na raiz e pontiagudas em sua extremidade.
PESCOÇO: musculoso, reto, com a pele lisa, sem barbela, flexível e arredondado.
TRONCO
Dorso: forte, musculoso, apropriado para corrida e ao exercício da caça.
Lombo: um pouco alongado.
Garupa: ossos da garupa sólidos, mais visíveis nos exemplares fracos ou em plena
época de caça.
Peito: o esterno não é saliente. O peito é bem desenvolvido, sem, entretanto, atingir
o cotovelo. Costelas ovaladas. Perímetro torácico maior que a altura na cernelha, em
torno de 5 a 8 cm.
Ventre: recolhido, sem ser esgalgado. Flancos bem marcados.
CAUDA: de inserção mais baixa, em continuação com a garupa. Arredondada,
descende um pouco mais abaixo que o jarrete. Caída ou portada em forma de foice.
Um pouco afilada na ponta, que deve ser de cor branca. Nunca enroscada. É desejável
que não se levante, em excesso, durante a marcha.
5
MEMBROS
Anteriores: perfeitamente aprumados, retos, verticais e paralelos, de ossos finos,
porém sólidos. Patas de gato, geralmente um pouco desviadas para fora. Almofadas
plantares fortes e pouco ovaladas.
Angulações: escápulo-umeral: cerca de 110°
úmero-radial: cerca de 140 °
Posteriores: Aprumados, retos, fortes, musculosos, jarretes bem mais altos (a uns
18cm do solo). Patas retas, de gato, com almofadas plantares fortes e ligeiramente
ovaladas, sem a presença de ergôs.
Angulações: coxofemoral: cerca de 110°
femorotibial: cerca de 120°
jarrete: cerca de 130°
MOVIMENTAÇÃO: deve ter um trote ágil, longo e muito leve.
PELE: firme, ajustada ao corpo e sem rugas.
PELAGEM
Pelo: liso, curto e denso.
COR: preferencialmente vermelho e branco; ou vermelho pode ser mais ou menos
intenso, indo do laranja ao vermelho escuro (mogno). Todas as combinações destas
cores.
ALTURA / PESO
Altura na cernelha: machos: de 55 a 64 cm.
fêmeas: de 53 a 60 cm.
Devido aos distintos terrenos onde vivem e caçam, estas medidas podem variar,
portanto, pode-se aceitar diferenças em 2cm acima ou abaixo do tamanho máximo
ou mínimo, sempre que os exemplares sejam típicos e com o protótipo da raça.
6
FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerada como falta
e penalizado na exata proporção de sua gravidade.
FALTAS GRAVES
• cabeça excessivamente larga.
• stop demasiadamente marcado.
• lábios pendentes.
• falta de pré-molares.
• prognatismo.
• orelhas muito divergentes.
• peito chato.
• esterno saliente.
• cauda enroscada.
• jarretes baixos ou de vaca.
• cruzar membros anteriores e jarretes na marcha.
• temperamento agressivo.
NOTAS:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos
e acomodados na bolsa escrotal.
• todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento
deve ser desqualificado.




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