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Parson russell terrier

 PARSONRUSSELLTERRIER

País de origem: Grã-Bretanha
Nome no país de origem: Parson Russell Terrier
Utilização: Cão de trabalho com habilidade para caça.
Sujeito à prova de trabalho para campeonato internacional.
RESUMO HISTÓRICO: por muitos anos existiu grande controvérsia nas fileiras
de admiradores de terriers acerca de um tipo de terrier vagamente chamado de
algo como “o Jack Russell”. Pedidos de registro foram recebidos pelo “The
Kennel Club” de um número considerável de admiradores de uma linhagem
de “Fox Terriers” criados por um pastor caçador Vitoriano, o Reverendo John
Russell. Eventualmente, este terrier de trabalho e de tipo robusto foi reconhecido
e a ele dado o nome da raça - Parson Russell Terrier.
APARÊNCIA GERAL: cão de trabalho, ativo e ágil, sem exagero. Construído
para vigor e resistência, a imagem geral é de equilíbrio e flexibilidade. Cicatrizes de
trabalho são permitidas.
PROPORÇÕES IMPORTANTES: bem balanceado. O comprimento da ponta
do ombro ao ponto do ísquio (nádega) é ligeiramente mais longo do que a altura da
cernelha ao solo. O comprimento da trufa ao stop é ligeiramente mais curto do que o
do stop ao occipital.
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: originalmente um “terrier” criado
para o trabalho de caça à raposa; um cão confiante, enérgico e feliz, que tem a
capacidade e estrutura para “ir ao solo” (caçar). Corajoso e amigável.
CABEÇA: formato cuneiforme.
REGIÃO CRANIANA
Crânio: plano, moderadamente largo, estreitando-se gradualmente em direção aos
olhos.
Stop: pouco marcado (raso).
REGIÃO FACIAL
Trufa: preta.
4
Maxilares / Dentes: maxilares fortes, musculosos. Dentes de bom tamanho.
Mordedura em tesoura perfeita, regular e completa, isto é, os dentes superiores
sobrepondo-se aos dentes inferiores e são inseridos ortogonalmente aos maxilares.
Bochechas: não proeminentes.
Olhos: escuros, amendoados, nunca proeminentes. Vivos, de expressão inteligente.
Orelhas: proporcionais ao tamanho da cabeça. Em formato em “V”, caindo para
frente; a ponta da orelha deve estar no mesmo nível do canto externo do olho. A
dobra não acima do topo do crânio. Couro de espessura moderada.
PESCOÇO: seco, musculoso, de bom tamanho, gradualmente se alargando e bem
inserido nos ombros.
TRONCO
Dorso: forte, reto e flexível.
Lombo: forte e ligeiramente arqueado.
Peito: de profundidade moderada, não ultrapassando a ponta do cotovelo. Capaz de
ser envolvido por detrás dos ombros por mãos de tamanho médio. Costelas portadas
bem para trás, não excessivamente arqueadas nem planas nas laterais.
CAUDA: anteriormente era costume ter a cauda cortada.
Cortada: o comprimento complementa o corpo. Forte, preferivelmente reta, de
inserção moderadamente alta, portada bem erguida quando em movimento, mas pode
ser portada mais baixa quando relaxada.
Não Cortada: de comprimento moderado, preferivelmente reta, dando equilíbrio ao
cão. Grossa na base e afilando em direção à ponta. Inserção moderadamente alta,
portada bem erguida quando em movimento, mas pode ser portada mais baixa quando
relaxada.
MEMBROS
Anteriores
Aparência geral: moderada largura entre os membros, bem colocados abaixo do
tronco.
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Ombros: longos e inclinados, bem voltados para trás, claramente marcados na
cernelha.
Braços: de comprimento igual ao do ombro e em um ângulo tal que as pernas estão
bem para trás, sob o corpo, abaixo da ponta da cernelha.
Antebraços: fortes e retos, não virando nem para dentro nem para fora. O
comprimento dos antebraços deve ser ligeiramente maior que a profundidade do
tronco.
Cotovelos: rentes ao corpo, trabalhando livremente nas laterais.
Metacarpos: fortes e flexíveis.
Patas: compactas, com almofadas firmes, dedos moderadamente arqueados, nunca
achatados ou abertos, não virando nem para dentro nem para fora.
Posteriores
Aparência geral: fortes, musculosos, com boa angulação.
Joelhos: bem angulados, sem exageros.
Pernas: bem desenvolvidas.
Jarretes: curtos.
Metatarsos: paralelos, dando muita propulsão.
Patas: idem às anteriores.
MOVIMENTAÇÃO: passadas livres; movimento com boa cobertura de solo, sem
exageros. Os passos devem ser de bom alcance, nunca forçados ou com passadas
de ação alta dos membros. Posteriores proporcionando boa propulsão. Bem
coordenada; ação reta de frente e por trás.
PELE: espessa e solta.
6
PELAGEM
Pelo: seja áspero, quebrado ou liso, naturalmente duro, acamado, reto, fechado e
denso, com bom subpelo. Resistente às intempéries. Ventre e linha inferior recobertos
por pelos. A pelagem preparada (isto é, trimada) deve parecer natural, nunca cortada.
COR: inteiramente ou predominantemente branco com marcações castanho, limão
ou pretas, ou qualquer combinação dessas cores. A cor preferivelmente limitada à
cabeça e/ou à raiz da cauda, mas, um pouco dela no corpo é aceitável.
TAMANHO
Altura na cernelha: machos, ideal na cernelha: 36 cm.
fêmeas, ideal na cernelha: 33 cm.
O mais importante é que a solidez e o equilíbrio devem ser mantidos, levando-se em
conta que este “terrier”, criado para o trabalho com raposas, deve ser capaz de ser
apanhado por detrás dos ombros, por mãos de tamanho médio. De qualquer forma,
com estas ressalvas, alturas menores são aceitáveis.
FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como
falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade e seus efeitos na saúde e bem
estar do cão e em sua habilidade para executar seu trabalho tradicional.
FALTAS DESQUALIFICANTES
• agressividade ou timidez excessiva.
• todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento
deve ser desqualificado.
NOTA:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos
e acomodados na bolsa escrotal.

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