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Mastim dos pireneus

 MASTIMDOSPIRENEUS

País de origem: Espanha
Nome no país de origem: Mastín del Pirineo
Utilização: Guarda e defesa. No passado foi utilizado para defesa
contra animais selvagens, especialmente, lobos e ursos.
Atualmente cumpre com perfeição a tarefa de guarda
nas fazendas e de pessoas, sendo muito receptivo ao
adestramento.
Sem prova de trabalho
APARÊNCIA GERAL: é um cão de grande altura, hipermétrico e de proporções
medianas. Bem proporcionado, extremamente potente e musculoso. Ossatura
compacta. Pelagem discretamente longa. Apesar do seu tamanho enorme, não deve
dar a impressão de ser pesado ou apático.
PROPORÇÕES IMPORTANTES: estrutura mediolínea. Boas proporções e
harmonioso em qualquer circunstância.
• comprimento do corpo é um pouco maior do que a altura na cernelha.
• a relação entre o comprimento do crânio ao focinho deve ser de 5:4.
• a largura do crânio deve ser igual ou ligeiramente superior ao seu comprimento.
• a relação entre a altura na cernelha e o perímetro torácico deve ser de
aproximadamente de 7:10.
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: carinhoso, manso, nobre e
particularmente inteligente; é ao mesmo tempo valente e feroz com estranhos, de
quem ele jamais recua. Em sua relação com outros cães, se mostra benevolente e
conhecedor de seu singular poder. Se for o caso, se revela habilidoso na luta, denotando
as regras de comportamento adquiridas depois de séculos de combates contra o
lobo. Seu latido é grave e profundo e sua expressão alerta.
CABEÇA: grande, forte e moderadamente longa. A relação entre o comprimento
do crânio e o do focinho deve ser de 5:4. As linhas crânio-faciais são moderadamente
divergentes, com tendência ao paralelismo. O conjunto crânio-focinho, visto de cima,
deve ser longo e uniforme, sem nenhuma diferença muito marcada na largura, entre
a base do focinho e dos temporais. Vista de perfil, a cabeça deve ser profunda e não
abobadada.
REGIÃO CRANIANA
Crânio: largo, forte, de perfil ligeiramente convexo. A largura do crânio deve ser
igual ou ligeiramente maior que o seu comprimento. Crista occiptal marcada.
Stop: suave, pouco acentuado, porém definido.
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REGIÃO FACIAL
Trufa: preta, úmida, grande e larga.
Focinho: perfil reto. Visto de cima parece ser discretamente triangular, largo em sua
inserção, afinando paulatinamente até a trufa, sem tornar-se pontudo.
Lábios: o superior deve cobrir bem o inferior, mas sem flacidez. O lábio inferior
forma uma comissura labial marcada. As mucosas devem ser pretas.
Maxilares / Dentes: mordedura em tesoura. Dentes brancos, fortes e saudáveis.
Caninos grandes, longos, afilados e bem cruzados para segurar a presa. Molares
bem dimensionados e fortes. Incisivos mais para pequenos. Palato preto, com estrias
bem marcadas.
Olhos: pequenos, amendoados, de cor avelã, preferivelmente escuros. De olhar atento,
nobre, simpático e inteligente, porém de uma extraordinária severidade diante de
um adversário. Pálpebras pigmentadas de preto e preferivelmente aderidas ao globo
ocular quando o animal está em atenção. É típica uma leve frouxidão da pálpebra
inferior, que mostra uma pequena porção da conjuntiva quando o cão se encontra
em repouso.
Orelhas: de tamanho médio e caídas, de forma triangular, planas, inseridas acima
da linha dos olhos. Em repouso, caídas e aderentes às bochechas. Em atenção,
claramente afastadas das faces e parcialmente erguidas em seu terço posterior. Não
devem ser amputadas.
PESCOÇO: troncocônico (em forma de cone), largo, forte, musculoso e flexível.
Pele grossa e ligeiramente solta. Barbela dupla bem definida mas não excessivamente
abundante.
TRONCO
Aspecto geral: retangular. Muito forte e robusto, mostrando grande força mas flexível
e ágil.
Linha superior: reta, horizontal, mesmo quando em movimento.
Cernelha: bem marcada.
Dorso: forte e musculoso.
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Lombo: longo, largo e forte; estreitando-se em direção aos flancos.
Garupa: larga e forte. Sua inclinação é de aproximadamente 45º em relação a
horizontal. A altura da garupa igual a altura da cernelha.
Peito: largo, profundo, musculoso e poderoso. A ponta do esterno é bem marcada.
Costelas com amplos espaços intercostais e arredondadas, não planas. A relação da
altura na cernelha e o perímetro torácico deve ser de aproximadamente de 7:10.
Ventre e flancos: ventre moderadamente esgalgado. Flancos profundos e muito largos.
CAUDA: grossa na raiz, inserção média. Forte, flexível e pelagem na cauda e
abundantemente guarnecida por pelo longo e suave, formando um vistoso penacho.
Em repouso, seu porte é mais baixo chegando aos jarretes e sempre curvada em seu
terço final. Quando em movimento ou alerta, a cauda é portada em sabre, com uma
evidente rosca, porém nunca dobrada em sua totalidade nem repousando sobre o
dorso.
MEMBROS
ANTERIORES
Aspecto geral: perfeitamente aprumados; vistos de frente, retos e paralelos,
percebendo-se claramente músculos e tendões. O comprimento do antebraço deve
ser o triplo do metacarpo. Ossos fortes com metacarpos potentes.
Ombros: oblíquos, muito musculosos. Mais longos que o antebraço. Ângulo escápuloumeral
de aproximadamente 100°.
Braços: muito poderosos.
Cotovelos: fortes e bem aderidos a caixa torácica. Ângulo úmero-radial de
aproximadamente 125°.
Antebraços: de ossatura forte. Retos e potentes.
Metacarpos: vistos de perfil, pouco inclinado. É praticamente a continuação do
antebraço.
Patas: patas de gato. Dedos justos. Falanges fortes, altas e bem arqueadas. Unhas e
almofadas robustas e duras. Membranas interdigitais moderadas e providas de pelos.
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POSTERIORES
Aspecto geral: poderosos, musculosos. Vistos de perfil, articulações adequadas.
Vistos por trás e de perfil, aprumos corretos. Jarretes sem desvios. Devem ser capazes
de impulsionar o cão com facilidade, força e elegância.
Coxas: fortes e musculosas. Ângulo coxofemoral de aproximadamente 100°.
Joelhos: ângulo femorotibial de aproximadamente 120°.
Pernas: longas, musculosas e de ossatura forte.
Jarretes: ângulo aberto, de aproximadamente 130º.
Metatarsos: bem marcados, com nítida presença do tendão. Presença ou não de
ergôs que podem ser simples ou duplos, admitindo-se sua amputação. Em cães de
igual qualidade, deve-se preferir ergôs duplos.
Patas: pés de gato, ligeiramente ovaladas. Um pouco mais longas que as patas
anteriores.
MOVIMENTAÇÃO: o movimento preferido é o trote que tem que ser harmônico,
forte e elegante sem tendência a lateralidade. Sem “ambladura”, ou seja, o cão não
pode andar movendo os dois membros de um mesmo lado ao mesmo tempo.
PELE: elástica, grossa, de cor rosa, com pigmentações mais escuras. Todas as
mucosas devem ser pretas.
PELAGEM
Pelo: denso, grosso, moderadamente longo. O comprimento médio ideal, medido
sobre o centro da linha superior, é de 6 a 9 cm, sendo. A pelagem e mais longa nos
ombros, no pescoço, abaixo do ventre, na parte traseira dos braços e pernas, assim
como na cauda que exige um penacho, cuja textura não é tão cerdosa como no
restante do corpo. O pelo deve ser cerdoso, não lanoso.
COR: basicamente branco e sempre com máscara bem definida. Eventualmente
manchas da mesma cor que a máscara, repartidas pelo corpo de forma irregular,
porém bem marcadas. Orelhas sempre manchadas. Não são desejáveis os exemplares
tricolores nem os totalmente brancos. A ponta da cauda e as extremidades são sempre
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brancas. A máscara deve ser bem definida e as bordas das manchas, preferivelmente,
bem definidas. Na raiz, o pelo deve ser o mais claro possível, sendo o ideal, branco.
As cores mais apreciadas são, por ordem de preferência, branco puro ou branco
neve com manchas cinza médio, dourado amarelo intenso, pardo, preto, cinza prata,
bege claro, areia e jaspeado. Não são desejadas para as manchas, as cores vermelhas
e nem o branco amarelado como cor de fundo.
TAMANHO: não existe limite máximo para a altura, sendo sempre mais valiosos, a
igualdade de proporções, os exemplares de maior altura.
Altura na cernelha: limites mínimos: machos: 77cm
fêmeas: 72cm
De toda maneira, é desejável que estes limites sejam amplamente superados.
Considera-se conveniente ultrapassar os 81cm para os machos e os 75cm para as
fêmeas.
FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deverá ser considerado como
falta e penalizado na exata proporção de sua gravidade.
FALTAS LEVES
• visto de perfil, focinho ligeiramente arqueado.
• mordedura em torquês, ausência de um pré-molar.
• linha dorso-lombar distorcida e ondulante durante a movimentação, mas não em
excesso.
• pelo ligeiramente ondulado, pelo que supere levemente os 9 cm na linha superior.
• ligeira timidez.
FALTAS GRAVES
• aspecto frágil ou apático.
• focinho pontiagudo ou exageradamente arredondado.
• prognatismo superior moderado.
• ausência de vários pré-molares ou caninos, se não perdidos devido a acidentes.
• pequenos defeitos na oclusão dos incisivos.
• entrópio ou ectrópio exagerados.
• orelhas amputadas.
• dorso selado.
• altura da garupa nitidamente superior a altura na cernelha.
• cauda portada sobre a garupa; falta de penacho; cauda com ausência de curva na
extremidade; cauda amputada.
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• aprumos incorretos.
• fraqueza em geral nos metacarpos, metatarsos e patas.
• jarretes de vaca durante a movimentação ou em repouso.
• movimentos laterais durante a movimentação.
• pelo muito ondulado ou crespo. Comprimento do pelo discretamente menor que
6cm na linha superior ou levemente superior a 11cm.
• descolorações nas orelhas.
• características gerais desequilibradas.
FALTAS ELIMINATÓRIAS
• cão excessivamente tímido, covarde ou agressivo.
• trufa e mucosas despigmentadas.
• trufa fendida.
• prognatismo superior excessivo ou prognatismo inferior.
• comprimento do pelo igual ou inferior a 4cm ou superior a 13cm sobre a linha
superior.
• ausência de cor branca nas extremidades da cauda e membros.
• pelagem totalmente branca. Ausência de máscara.
• manchas difusas que não ressaltem sobre o fundo e que indique mestiçagem.
• todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento
deve ser desqualificado.
NOTA:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos
e acomodados na bolsa escrotal.




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