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Dogue brasileiro

 DOGUEBRASILEIRO

 

País de origem: Brasil
Nome no país de origem: Dogue Brasileiro

Utilização: Guarda
Prova de trabalho: Para o campeonato, é exigida Prova de Apreciação de
Caráter.
ASPECTO GERAL: cão de aspecto sólido, maciço e não esgalgado, sem parecer, no
entanto, atarracado ou desproporcionalmente pesado. Deve dar impressão de agilidade
e força, com músculos muito fortes, longos e marcados, dando a impressão de grande
potência e impulsão. Ossos fortes.
TEMPERAMENTO / COMPORTAMENTO: cão ativo, atento e observador, de
expressão séria para estranhos e meiga para com o dono. Equilibrado, apto à disciplina,
porém destemido quando provocado ou sob comando. Não deve dar demonstrações
gratuitas de agressividade, principalmente diante de outros cães.
PROPORÇÕES IMPORTANTES: o comprimento do tronco deve ultrapassar a altura
na cernelha em aproximadamente sete por cento. A profundidade do peito deve ser de
aproximadamente 50% da altura na cernelha. O comprimento da cabeça deve ser
proporcional ao tamanho do cão.
CABEÇA: de comprimento médio. Relativamente profunda na região craniana. Arco
zigomático de largo para médio. A largura do arco zigomático deve sobressair em
relação à do focinho, não devendo, no entanto, tal proporção ser exagerada. Linha
superior do crânio, vista de frente ou de perfil, ligeiramente convexa. O sulco mediano
deve ser visível e a pele da testa ligeiramente franzida, dando ao cão uma expressão
séria quando atento. A distância do occipital ao stop em relação a do occipital à ponta
do focinho deve ser de 50%. Masséteres relativamente bem pronunciados.
REGIÃO CRANIANA
Crânio: relativamente largo.
Largura: a largura do crânio, na altura do arco zigomático, deve exceder em 7%
a distância entre o occipital ao stop e ser o dobro da largura do focinho na altura
dos dentes caninos superiores.
Stop: leve, visto de perfil ou de frente.
REGIÃO FACIAL
Focinho: de comprimento médio, reto, mandíbula bem definida e muito forte, com
poderosa potência de mordida.
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Trufa: preta ou podendo acompanhar a diluição da cor da pelagem (cão cinza,
rajado-azul, isabela ou fígado) - trufas vermelhas cor-de-carne não são admitidas;
Bem desenvolvida, com narinas abertas.
Dentes: fortes, bem alinhados, com fechamento frontal em tesoura ou torquês.
Lábios: ajustados e curtos, com comissura labial relativamente ampla.
Olhos: amendoados, do mel ao castanho escuro. Separados. Moderadamente pequenos.
Pálpebras ajustadas não devendo mostrar a conjuntiva.
Orelhas: de inserção ligeiramente acima da linha dos olhos. Operadas, opcionalmente,
semi-curtas, em triângulos isósceles. Caso íntegras, deverão ser semi-caídas com
caimento fronto-lateral.
PESCOÇO: de comprimento médio. Forte, ligeiramente arqueado, engrossando do
crânio aos ombros. Levantado, de porte relativamente alto. Desprovido de barbelas.
TRONCO
Linha Superior: alta na cernelha e descendente para a garupa.
Cernelha: alta, região da cernelha muito musculosa.
Tórax: alto e forte.
Dorso: relativamente curto.
Peito: profundo, mas não em excesso (aproximadamente 50% da altura na cernelha).
Costelas: profundas e razoavelmente bem arqueadas.
Antepeito: largo, visto de frente, sem dar a impressão, no entanto, de atarracamento.
Lombo: levemente arqueado.
Ventre: linha inferior levemente esgalgada.
Garupa: levemente arredondada.
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CAUDA: grossa. De inserção média, devendo ser portada acima da linha do dorso,
quando o cão se movimenta; com postura muito levemente côncava, nessa mesma
condição, se vista de frente. Opcionalmente operada, permanecendo o comprimento,
neste caso, em, aproximadamente, vinte por cento a mais do que o da cabeça do cão.
Se íntegra, oitenta por cento mais longa.
MEMBROS ANTERIORES: retos, com ossos retos e arredondados.
Ombros: fortes e musculosos.
Braços: fortes e musculosos.
Carpos: fortes, com dedos fortes e arqueados.
MEMBROS POSTERIORES: muito musculosos, fortes, com boa angulação.
Coxas: muito musculosas.
Jarretes: curtos e corretamente direcionados para frente.
PATAS: de gato.
MOVIMENTAÇÃO: deve ser fluente, com força e agilidade. As patas devem se
mover paralelamente com boa flexão, inclusive nos joelhos.
PELE: grossa, relativamente solta, mas sem qualquer resquício de barbelas.
PELAGEM: curta (até 2,5cm na cernelha) ou média; densa; luzidia e áspera. É
aceita, sem restrições, a variedade de pelo médio, não devendo, no entanto o
comprimento do pelo, na altura da cernelha, ultrapassar 4,7cm.
COR: qualquer cor, variação ou combinação de cores são aceitas sem qualquer restrição.
TAMANHO: altura: machos: de 54 a 60 cm (preferencialmente 58 cm);
fêmeas: de 50 a 58 cm (preferencialmente 56 cm).
PESO: machos: de 29 a 43 kg (preferencialmente 39 kg);
fêmeas: de 23 a 39 kg (preferencialmente 33 kg).
OBS: as alturas e pesos devem ser respectivamente proporcionais.
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FALTAS: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado falta e
penalizado na exata proporção de sua gravidade, dentro dos critérios gerais dos cães
de guarda de efetiva proteção.
DESQUALIFICAÇÕES: As gerais.
NOTA 1: Os machos devem apresentar testículos, de aparência normal, bem
desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.
NOTA 2: Os critérios de avaliação devem ponderar os defeitos e as qualidades.
TÍTULO DE CAMPEÃO: Somente poderá obter o título de campeão os machos e
fêmeas aprovados na apreciação do caráter, em anexo, em que deverão
obrigatoriamente demonstrar coragem e, principalmente, controle. Os cães
considerados atípicos, por falta de iniciativa, ou considerados perigosos, não poderão
obter tal distinção.
APRECIAÇÃO DE CARÁTER PARA OS CÃES DOGUES BRASILEIROS
(Para tornar apto o cão ao título de campeão)
I - Para que se obtenha o Título de Campeão torna-se necessário que o cão
passe pela apreciação de caráter, em que se averiguará:
1o - Possuir o animal condições temperamentais de caráter para que possa ser
conduzido normalmente, em qualquer meio alheio a seu território, sem jamais, na
ausência de ameaça, representar qualquer perigo a pessoas, não revelando desequilíbrio
que demonstre agressividade gratuita;
2o - Possuir o animal condições temperamentais de caráter para que possa
defender seu condutor, quando exigido.
A apreciação do caráter deverá ser simples e objetiva com o fito de avaliar as
características temperamentais. Sua maior razão será conservar o temperamento firme
e confiável da raça, preservando de forma constante, rotineira e compulsória o equilíbrio
de seu sistema nervoso. Quando se testa o temperamento de um cão, se testa sua
efetiva capacidade de exercer sua função de defesa e, também, seu equilíbrio emocional.
Os ataques indesejáveis que ocorreram com cães, nos últimos tempos, se devem quase
que exclusivamente a total, ou quase total, ausência de comprovação do controle
emocional em muitas raças. Isso cria uma situação em que os cães, no sentido
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psicológico, procriam aleatoriamente, não havendo, nesse sentido, nenhum controle
de seu temperamento tanto do ponto de vista de eficiência funcional como de se evitar
que se tornem excessivamente agressivos. Só uma situação simulada de defesa poderá
expor, para a entidade controladora, o real temperamento dos cães em todos os sentidos.
O Dogue Brasileiro em vinte e um anos de criação, apesar de eficiente como
guarda, não se pode lamentar um sequer ataque indesejável a pessoas, o que comprova
que equilíbrio e coragem normalmente caminham juntos e que as provas de
temperamento a que as raças têm se submetido em todos esses anos provavelmente
tenham contribuído para um selecionamento racional de seu plantel, bem como
ensinar os cães a distinguir as situações de perigo das do cotidiano.
1o - O condutor conduzirá o cão com guia e este deverá permitir a aproximação
de pessoas estranhas dentro do raio de ação da guia sem procurar atacá-las, ficando
em relação a elas indiferente ou amistoso. O condutor poderá recusar a aproximação
de pessoas que já tenham servido como figurantes, ou que tomem atitudes hostis.
2o - Um figurante munido de manga adequada, ou proteção mais ampla de
mesma natureza provocará o cão que deverá reagir sem qualquer recuo, mordendo
firmemente a manga. O figurante soltará a manga de três a seis segundos após o cão
tê-la abocanhado. O cão dentro de, no máximo, quatro segundos deverá soltar a
manga e investir sobre o figurante, sendo seguro pelo condutor. O animal que não
morder a manga, mas tentar efetiva e firmemente pegar diretamente o figurante será
também considerado apto.
Os cães deverão apresentar perfeitas condições de saúde e higiene. Nesse
sentido, poderá o árbitro, se julgar necessário, solicitar a presença de veterinário a
fim de afastar da pista animal que possa, de alguma forma, contagiar os demais.
O cão se tornará apto psicologicamente ou não independentemente de sua
classificação relativa aos demais. Somente obterá o título de Campeão o cão aprovado
na prova acima e nas demais competições de estrutura comum a todas as raças. Será
considerado apto o cão que for aprovado por dois árbitros diferentes em duas ocasiões
diferentes, distando uma da outra no mínimo 30 dias.
Dadas as características da apreciação de caráter do Dogue Brasileiro, em que
o cão preferencialmente não investirá contra a manga, e, dada a impossibilidade de
que se permita seu avanço contínuo, não haverá a obrigatoriedade do uso do enforcador
de elos, podendo ser este substituído por uma coleira de couro ou náilon. São proibidos,
no entanto, os enforcadores de grampos. Isso vale tanto para apreciação de aptidão de
Campeão, como para de Grande Campeão.
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APRECIAÇÃO DE CARÁTER PARA APTIDÃO AO TÍTULO DE
GRANDE CAMPEÃO NA RAÇA DOGUE BRASILEIRO
1o - O condutor caminhará com o cão a seu lado, com uma guia, de no máximo 2,5
metros, e o cão deverá caminhar normalmente a seu lado sem exercer qualquer
tensão na guia, por 40 segundos.
2°- O condutor, num ato contínuo, caminhará com mais velocidade, obrigando o
animal a trotar, e mudará várias vezes de trajeto, por mais quarenta segundos, sem
que o cão deixe de acompanhá-lo ou tencione a guia.
3°- O condutor, verbalmente ou por mímica, comandará para que o cão permaneça
imóvel, sentado e/ou deitado, e se afastará até, no mínimo, 10 metros, mantendo-se
nessa posição por um minuto, sem que o animal se desloque. Durante esse tempo,
pessoas estranhas deverão, a distância chamar o cão, que deverá manter a posição.
Após decorrido o tempo de um minuto, sob autorização, o condutor chamará o cão
que deverá ir a seu encontro.
4° - Um figurante dará tiros de festim e o cão deverá tomar iniciativa de defesa, ou
permanecer indiferente, sem demonstrar medo.
5° - Um figurante escondido deverá atacar o cão de surpresa, e este deverá, de
imediato, reagir, sem recuar mais de um metro. O cão poderá agir de três modos:
não morder a manga, tentando atingir com nítida decisão o figurante; morder a
manga e mantê-la presa por, no mínimo, 10 segundos, soltando-a, sob o comando
do condutor; ou morder a manga e soltá-la antes de decorrido 10 segundos, mas
demonstrar clara intenção de atacar o figurante, após largar o apetrecho. Sob comando
do condutor, o cão deverá suspender, no máximo, em quatro segundos, o ataque. O
condutor só deverá comandar a suspensão do ataque com a paralisação das
hostilidades por parte do figurante.
6° - O condutor deverá caminhar com o cão do seu lado com uma guia de seis metros
solta, sem que o cão dele se afaste. Em seguida, deverá ordenar que o cão fique imóvel
e dele se afastará no limite da guia. Após 5 segundos, o figurante entrará sem esboçar
qualquer provocação, e o cão deverá observá-lo com atenção sem se deslocar. O
figurante se aproximará do cão até o limite de segurança da guia, ficando imóvel de
frente para o cão. Passados 20 segundos, com o animal imóvel, o condutor deverá
ordenar que o cão o defenda, sem que o figurante se mova, e o cão deverá obedecer. O
restante da avaliação deste item seguirá os tempos e condutas do item anterior.
7° - Decorrido um minuto, o árbitro deverá se aproximar do cão de maneira amistosa
e este não deverá demonstrar nenhuma agressividade, demonstrando seu total equilíbrio
e autoconfiança.
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Não serão aprovados cães que demonstrarem agressividade a outros cães, desde que
não provocados.
Os animais aprovados neste teste terão muito melhor chance de gerarem descendentes
de bom caráter, de manterem a coragem e a docilidade da raça e muito menor
probabilidade de se envolverem em acidentes lamentáveis.
O cão se tornará apto ou não independentemente de sua classificação relativa aos
demais. Somente obterá o Título de Grande Campeão o cão aprovado na prova acima
e nas demais competições de estrutura comum a todas as raças. Só será considerado
apto o canino que for aprovado por dois árbitros diferentes em momentos diferentes,
distando um do outro no mínimo sessenta dias.
NOTAS:
• os machos devem apresentar os dois testículos, de aparência normal, bem descidos
e acomodados na bolsa escrotal.
• todo cão que apresentar qualquer sinal de anomalia física ou de comportamento
deve ser desqualificado.



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