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Cão de castro laboreiro

 CAODECASTROLABOREIRO

País de origem: Portugal
Nome no país de origem: Cão de Castro Laboreiro
Utilização: Guarda e pastoreio
Sem prova de trabalho
HISTÓRICO HISTÓRICO: uma das mais antigas raças da Península Ibérica, deve
seu nome a uma pequena aldeia chamada “Castro Laboreiro”, localizada no município
de Melgaço no extremo norte de Portugal, de onde é originária. É uma região rústica
e montanhosa, que vai do Rio Minho para as montanhas Peneda e Soajo, com altitudes
de aproximadamente 1.400m. É delimitada pelos rios Minho, Trancoso, Laboreiro e
Mouro.
APARÊNCIA GERAL: a raça tem ligeiramente o tipo do Mastiff. Um animal
vigoroso, de aparência agradável e muitas vezes de pelagem impressionante. Tem
uma expressão severa e séria, bem como a rusticidade de um montanhês.
PROPORÇÕES IMPORTANTES: moderadamente longo (sub-longilíneo), com
relação de 7:6 do comprimento do corpo para a altura na cernelha; a profundidade de
peito é ligeiramente menor que a metade da altura da cernelha. Os eixos superiores
crânio-faciais são ligeiramente divergentes. O focinho é ligeiramente mais curto que o
crânio, isto é, a relação crânio-focinho é de 6:5.
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: um companheiro leal e dócil para
com a própria família, essencial na proteção dos rebanhos contra os ataques de
lobos, que na área de origem da raça ainda são muito frequentes. Devido a sua
constante vigilância, é o cão de guarda ideal para a propriedade que lhe for confiada,
patrulhando-a frequentemente. De natureza nobre. Muito ágil e ativo, às vezes toma
atitude hostil, mas não é brigão. Ele tem como característica o latido de alerta, que
começa com um som grave, ascendendo para uma baixa frequência e terminando
com sons prolongados de alta frequência.
CABEÇA: de tamanho médio, mais para leve do que grosseira; seca sem ser esguia;
pele bem desenvolvida, mas sem rugas; longa, tendendo para retilínea.
REGIÃO CRANIANA
Crânio: moderadamente desenvolvido, suavemente proeminente e moderadamente
largo. Os eixos superiores crânio-faciais são ligeiramente divergentes, com um perfil
tendendo para o retilíneo. As arcadas superciliares são levemente desenvolvidas,
com sulco frontal quase imperceptível. Protuberância occipital não pronunciada.
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Stop: não pronunciado, localizado à maior distância da protuberância occiptal que
da ponta da trufa.
REGIÃO FACIAL
Trufa: bem desenvolvida, em linha com a cana nasal e volumosa. Narinas bem abertas,
sempre pretas.
Focinho: longo, reto, forte; afilando gradualmente em direção à ponta da trufa, porém,
sem ser estreito ou pontudo.
Lábios: bem entalhados, com comissuras labiais medianas e imperceptíveis; nem
pendentes nem carnudos. As membranas mucosas do palato e das bordas labiais são
fortemente pigmentadas de preto.
Maxilares / Dentes: poderosos, bem musculosos e com bom encaixe. Dentição
completa, com dentes fortes, brancos, bem ajustados entre si e bem inseridos nas
mandíbulas. Mordedura em tesoura (isto é, os dentes superiores recobrem os dentes
inferiores e são inseridos ortogonalmente aos maxilares), sendo aceita a mordedura
em torquês (ou pinça, ponta com ponta).
Bochechas: planas, convergindo moderadamente até a ponta do focinho, sem redução
gradual.
Olhos: de tamanho médio, amendoados, oblíquos, nivelados, nem proeminentes
nem profundos. De cor marrom, variando do marrom claro em cães com a pelagem
clara ao marrom escuro, quase preto, em cães com a pelagem mais escura. Expressão
severa e dura. Pálpebras pretas.
Orelhas: de inserção um pouco alta, caindo naturalmente paralelas em ambos os
lados da cabeça; pendentes. Finas e quase triangulares, com as pontas arredondadas;
de tamanho médio (comprimento igual à largura). Quando em atenção as orelhas
voltam-se para frente.
PESCOÇO: bem inserido ao corpo e cabeça, conferindo à cabeça um porte
orgulhoso; curto; reto; bem desenvolvido e de espessura proporcional; sem barbela.
TRONCO
Linha superior: reta ou ligeiramente inclinada.
Cernelha: bem inserida entre o pescoço e o corpo.
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Dorso: comprimento médio; forte; mais alongado que o lombo.
Lombo: curto, largo, bem musculoso, conectado de forma harmoniosa à garupa.
Garupa: curta, larga, bem musculosa, com uma suave inclinação. Pode ser ligeiramente
mais alta que a cernelha.
Peito: de forma oval, largura e profundidade medianas.
Linha inferior e ventre: considerável inclinação do esterno à virilha; ventre não
volumoso, mostrando uma distinta diferença na linha entre o esterno e a região
abdominal.
CAUDA: natural, inserida mais alta que a linha média, grossa na raiz; em repouso,
deve alcançar os jarretes, caindo não muito apertada entre as franjadas nádegas;
cauda com pelos grossos e longos, especialmente na parte inferior, conferindo-lhe
um visual mais denso na porção média e com o último terço muito peludo na parte
inferior. Tem uma graciosa forma de cimitarra e é geralmente portada baixa. Quando
o cão está excitado, a cauda é portada acima da linha do dorso, inclinando-se para
cima, para frente e ligeiramente para as laterais, mas nunca tão baixo para tocar o
dorso.
MEMBROS
ANTERIORES: fortes e bem musculosos. Muito retos, quando vistos de frente e
de perfil; ossatura bem desenvolvida.
Ombros: articulações bem desenvolvidas. Angulação escápulo-umeral mediana.
Braços: bem desenvolvidos, com músculos poderosos.
Antebraços: retos e afunilando gradualmente de cima até os metacarpos; ossatura
bem desenvolvida, com formato ligeiramente cilíndrico.
Metacarpos: nem muito longos nem muito inclinados.
Patas: proporcionais ao tamanho e mais redondas que longas, tendendo para “patas
de gato”; com grossos dedos bem ajustados e naturalmente arqueados, não virando
nem para fora nem para dentro; unhas bem desenvolvidas, pretas ou cinza escuras,
lisas, duras, moderadamente desgastadas. Almofadas grossas e duras.
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POSTERIORES: fortes e bem musculosos. Muito verticais, quando vistos por
trás; ossatura bem desenvolvida.
Coxas: bem desenvolvidas com músculos poderosos, facilmente vistos por trás.
Joelhos: angulação fêmuro-tibial moderadamente aberta.
Pernas: ossatura bem desenvolvida, músculos poderosos.
Jarretes: altos; a linha do jarrete inclina-se ligeiramente para frente; articulações bem
desenvolvidas e angulações tíbio-társicas moderadamente abertas.
Metatarsos: ossatura bem desenvolvida, com formato ligeiramente cilíndrico. Podem
ter ergôs simples ou duplos.
Patas: idênticas às anteriores.
MOVIMENTAÇÃO: movimentação rítmica e fácil, com os membros movendo-se
paralelos ao plano mediano do corpo. O modo de andar mais comum é um caminhar
natural e, às vezes, um trote com passos livres. Apenas se move mais rapidamente
(trote ou galope) quando uma forte razão o motiva a fazê-lo.
PELAGEM
Pelo: pelo curto no corpo (aproximadamente 5 cm); sem subpelo. Levemente
embotado, suave, plano na maior parte do corpo e muito grosso; Geralmente o pelo
é mais curto e denso na cabeça e nas orelhas, onde é mais macio e fino, bem como
abaixo dos cotovelos e jarretes. O pelo é espesso e longo na região das nádegas, as
quais são muito peludas; grosso, resistente e um tanto áspero ao toque.
COR: a mais comum é a cor de lobo, sendo que a preferida é a “cor da montanha”,
assim designada pelos nativos e sendo considerada uma característica racial pelos
criadores de Castro Laboreiro. É um pelo tigrado e com a cor de base em diferentes
tons de cinza sobrepostos com tonalidades claras e escuras de preto. É típico com
pelo de três cores diferentes: variações indo das cores castanho, ao avermelhado e
mogno. O tigrado pode apresentar tons mais claros ou escuros em diferentes partes
do corpo: mais escuro na cabeça, dorso e ombros; medianamente escuro no corpo,
garupa e coxas e mais claro no ventre e na parte inferior dos membros. Uma pequena
mancha branca no peito é permitida.
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TAMANHO / PESO
Altura na cernelha: machos: 58 – 64 cm (com tolerância de + 2 cm)
fêmeas: 55 – 61 cm (com tolerância de + 2 cm)
Peso: machos: 30 a 40 kg.
fêmeas: 25 a 35 kg.




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