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Bulldog americano

 BULLDOGAMERICANO

País de origem: Estados Unidos da América
Nome no país de origem: American Bulldog
Utilização: Guarda
Prova de Trabalho: Não regulamentada
HISTÓRICO: Bulldogs, na Inglaterra, eram cães de trabalho que, originalmente,
pastoreavam o gado e guardavam a propriedade de seus donos. A força, a coragem e
a familiaridade com os rebanhos os levou à popularidade no brutal esporte de caça
ao boi. Quando este esporte foi proscrito na Inglaterra, o tipo original de Bulldog
desapareceu e em seu lugar surgiu um novo tipo de cão, mais curto, mais troncudo,
menos atlético que conhecemos hoje como Bulldog Ingl;s. O Bulldog original,
entretanto, foi preservado por classes trabalhadoras de imigrantes que trouxeram
seus cães de trabalho para o Sul da América do Norte.
Pequenos fazendeiros e rancheiros usaram este cão de trabalho polivalente para muitas
tarefas. Ao fim da 2ª Guerra Mundial, entretanto a raça quase se extinguiu. O Sr.
John D. Johnson, um veterano de Guerra, decidiu reerguer esta raça. Junto com
Alan Scott e muitos outros criadores, Johnson começou, cuidadosamente, a criar
Bulldogs, mantendo registros cuidadosos, semprecom a atenção voltada para a
manutenção da saúde animal e suas habilidades para o trabalho. Por causa dos muitos
tipos de trabalhos praticados pela raça, muitas linhas distintas estiveram envolvidas,
cada uma delas enfatizando os traços exigidos para a execução de um trabalho
específico. As linhas mais conhecidas são referidas como as dos tipos Johnson e
Scott. Os cães Johnson são mais maciços, com cabeças maiores, mais largas e focinhos
mais curtos com uma mordedura prognata inferior definida. Os cães do tipo Scott
eram algo mais leves em musculatura e ossos do que as do tipo Johnson, com uma
cabeça menos semelhante aos Mastiffs. Hoje em dia, contudo, a maioria dos Bulldogs
Americanos tem cruzamento entre as duas ou mais destas linhas e não são mais
facilmente distingüíveis. O Bulldog Americano moderno continua a servir como um
cão para todos os fins; um cão de guarda destemido e firme; e uma companhia leal
para a família.
APARÊNCIA GERAL: cão poderoso, mostrando força, resist;ncia, intelig;ncia e
vivacidade. Poderosamente construído, mas ativo.
CARACTERÍSTICAS: as características essenciais do American Bulldog são as
que o tornam capaz para apanhar tanto gado quanto porcos selvagens e como cão de
guarda pessoal e da propriedade. Essas tarefas requerem um cão poderoso, ágil e de
confiança, com uma cabeça grande e poderosos maxilares. O American Bulldog é
corajoso o bastante para encarar um terrível boi ou um intruso. Agressivo o bastante
para lutar com um urso como um porco selvagem, mas gentil o bastante para cão de
companhia, amável com a família.
4
COMPORTAMENTO / TEMPERAMENTO: muito obediente e fiel ao seu dono
e família. Muito amigável durante o dia, porém muito agressivo à noite, especialmente
com pessoas desconhecidas. Deve ser impaciente, corajoso e confiante sem sinal de
medo ou timidez.
TAMANHO / PESO
Johnson: Machos com 23 a 32 polegadas na cernelha. Peso: 90 - 150 lbs.
F;meas com 20 a 28 polegadas na cernelha. Peso: 70 - 130 lbs.
Scott: Machos com 22 a 28 polegadas na cernelha. Peso: 70 - 100 lbs.
F;meas com 18 a 26 polegadas na cernelha. Peso: 50 - 80 lbs.
CABEÇA: grande e larga, plana no topo dando uma apar;ncia quadrada com focinho
de comprimento de curto para médio e bem musculoso. A união do focinho com o
crânio, forma um bem definido stop.
CRÂNIO: grande, plano, profundo e largo entre as orelhas. Visto por cima, o crânio
é quadrado. Os músculos das bochechas são proeminentes.
Focinho: deve ser largo e profundo, nem longo nem estreito. O comprimento não
deve ser menor que 3,8 cm nem maior que 7,5 cm (comprimento ideal: 5 a 6,8 cm).
Trufa: grande com largas narinas e abertas. Pode ser de qualquer cor, porém a de
pigmentação escura é preferida.
Maxilares: a mandíbula deve ser ligeiramente mais protrusa que o maxilar superior,
em pelo menos 0,6 cm a 2,5 cm (prognatismo inferior), dependendo do tamanho do
cão e o formato da cabeça.
Falta: prognatismo superior.
Olhos: inseridos separados, de forma amendoada para redonda, de tamanho médio.
Cor normal, marrom. Cores aceitáveis: cinza, verde ou azul claro.
Orelhas: de tamanho pequeno para médio, portadas próximas à cabeça, pesadamente
ou dobradas para trás em rosa.
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PESCOÇO: ligeiramente arqueado, de comprimento moderado. Muito musculoso
- quase igual ao comprimento da cabeça.
TRONCO
Peito: profundo e moderadamente largo, com amplo espaço para o coração e pulmões.
Costelas: bem arqueadas junto à coluna, dando ao corpo profundidade bastante
para atingir pelo menos os cotovelos, ou em cães adultos, um pouco mais abaixo.
Linha Superior: inclina suavemente de uma bem marcada cernelha ao musculoso
e largo dorso.
Lombo: curto e largo, e ligeiramente arqueado, unindo-se à uma garupa
moderadamente inclinada.
Flanco: moderadamente esgalgado e firme.
Faltas: dorso selado; linha superior inclinada.
CAUDA: forte e grossa na raiz, afinando para a ponta.
Falta: cauda enrolada sobre o dorso.
PELO: curto e macio.
Falta: longo ou ondulado.
PATAS: redondas, de tamanho médio, bem arqueadas e firmes.
COR: branco sólido. Branco com todas as tonalidades de tigrado (branco, vermelho,
amarelo, azul, marrom, preto ou cinza). Vermelho e branco; castanho e branco; bege
e branco; cor de cervo e branco; preto e branco; marrom e branco; mogno e branco;
creme e branco. Preto sólido e qualquer outra cor sem um mínimo de 25% de branco,
não é aceitável.
MEMBROS ANTERIORES: a combinação dos principais componentes do
conjunto dos anteriores, ombros até as patas, deve ser musculosa e ligeiramente
inclinada. As pernas devem ser retas.
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Estrutura óssea: de media para pesada, capaz de aguentar um cão grande.
MEMBROS POSTERIORES: largos e musculosos, mostrando força e velocidade,
não tão fortes como os ombros.
MOVIMENTAÇÃO: quando em trote, a movimentação é sem esforço, suave,
poderosa e bem coordenada, mostrando bom alcance e direção. Linha superior
permanece em nível com somente uma ligeira flexibilidade para indicar agilidade.
Vistas de qualquer posição, as pernas não viram nem para fora nem para dentro; as
patas não cruzam ou interferem no movimento do outro. A medida que a velocidade
aumenta, as patas tendem a convergir para a linha central de equilíbrio. Movimentação
pobre deve ser penalizada na medida em que prejudica a sua habilidade para desenvolver
suas tarefas.




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