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tatu bola

 tatubola
Oniscidea
origem: wikipédia, a enciclopédia livre
isópodos terrestres

armadillidium vulgare
classificação científica
reino: animalia
filo: arthropoda
subfilo: crustacea
classe: malacostraca
superordem: peracarida[1]
ordem: isopoda
subordem: oniscidea[1]
latreille, 1802
os isópodes terrestres, popularmente conhecidos como bichos-de-conta,[2] porquinhos-de-santo-antão,[2]tatuzinhos,[3][4] tatus-bolas[4] ou tatuzinhos-de-jardim,[5] são os membros da subordem oniscidea[5] da ordem isopoda atualmente conhece-se, aproximadamente, 120 espécies no brasil e 3600 no mundo, encontradas em habitats variados, desde a zona litorânea até desertos,[5] o que faz destes o grupo com maior riqueza de espécies dentre os crustáceos[1] em geral não conseguem espalhar-se muito, mas podem alcançar alta densidade populacional[6] e o ser humano os tem dispersado[4] são crustáceos importantes na reciclagem de nutrientes, acumulação de metais pesados e alimentação de animais, constituindo grande parte da fauna de solo e influenciando sua dinâmica[6][5][7] independem do meio aquático[1] e vivem, em geral, em ambientes úmidos e abrigados da luz[4]
a fauna de isópodos terrestres é ainda pouco conhecida na américa do sul[5] há um número considerável de trabalho acerca destes organismos no rio grande do sul[5]
existem organismos intracelulares que causam feminização e surgimento de indivíduos intersexuados nos isópodes terrestres, como wolbachia, que altera as estratégias de reprodução sexuada e a proporção sexual com o intuito de garantir a transmissão maternal, único meio de infecção da prole[5]
índice [esconder]
1 anatomia
2 alimentação
3 reprodução
4 referências
5 ligaçes externas
anatomia


os pulmes pleopodais são observáveis neste espécime de armadillidium vulgare na forma de manchas brancas em seus pleópodes[4]
passaram a viver de forma independente de ambientes aquáticos graças principalmente à presença de bolsa incubadora como um marsúpio, mas também à forma achatada do corpo, e a adaptaçes comportamentais e fisiológicas, entre elas o desenvolvimento de cutícula espessa e de estruturas para trocas gasosas[5][1]
as estruturas para trocas gasosas dos isópodes terrestres são os pulmes pleopodais,[1] pequenas cavidades ramificadas localizadas nos exópodos laminares[4] as espécies que não possuem estas estruturas realizam as trocas gasosas através dos endópodos dos pleópodos[4] o oxigênio é transportado pela corrente sanguínea[4]


isópodes terrestres agregados a fim de reduzir a perda de água do organismo[4][1]
produzem feromnios de agregação nas células intestinais, expulsando-os juntamente com as fezes, de forma que podem ser percebidos por estruturais sensoriais das antenas[4][1] estes feromnios, produzidos com maior intensidade em condiçes mais secas, levam os isópodes a formar um grupo e permanecerem nele, reduzindo a perda de água para o ambiente[4][1] em ambientes úmidos e quentes, os isópodes terrestres utilizam-se da evaporação para manter a temperatura corporal, refrigerando-se[4] a excreção ocorre em forma de amnia em estado gasoso, e é realizada pela superfície do corpo[4][1]


frente de um espécime de armadillidium granulatum
sua principal estrutura sensorial são quimioceptores localizados na ponta das antenas, e às vezes, na ponta dos urópodes, responsável pelo reconhecimento químico por contato[4] na antena, há estruturas provavelmente associadas ao olfato[4]


parte traseira de um espécime de armadillidium granulatum onde observa-se o télson e os urópodes logo abaixo através destes últimos, os tatuzinhos realizam equilíbrio hídrico do organismo[4]


espécime de hemilepistus reaumuri na tunísia esta espécie, de regies desérticas da argélia à síria, consegue viver em locais com tão pouca umidade devido a características comportamentais peculiares[1]
os tatuzinhos obtém a maior parte da água necessária por meio do próprio consumo de alimentos, mas pode eventualmente ser bebida com o auxílio das peças bucais[4] ou através de coprofagia[1] podem ainda obter umidade do meio pelos sulcos cuticulares dos urópodes, que retiram a água por capilaridade ao tocarem o solo, e transmitem-na para todas as partes do corpo por um sistema condutor de água[4] o processo é reversível, permitindo a eliminação do excesso de água no organismo, desde que o solo esteja seco o bastante para absorvê-la[4] os isópodes terrestres morrem em imersão ou em condiçes de extrema umidade das quais não possam escapar[4]


um espécime de armadillidium vulgare demonstrando sua capacidade volvacional[4]
seus mecanismos de defesa consistem em: enrolar-se como uma bola, o que alguns indivíduos conseguem e que também reduz a perda de água por evaporação; fugir; fingir-se de morto; prender-se intensamente ao solo; e liberar secreçes repelentes, quando estimulados pelas quelíceras das aranhas, um de seus principais predadores[4]
a maior parte das espécies apresenta tamanhos diferentes para machos e fêmeas, com as fêmeas sendo normalmente maiores, já que há relação desta característica com sua fecundidade[8] para obterem os tamanhos maiores, crescem mais lentamente e devido a isto vivem mais que os machos, que crescem rapidamente e começam a se reproduzir antes das fêmeas[8]
alimentação

em geral, alimentam-se no período noturno, preferencialmente de plantas novas[4] somente quatro espécies podem danificar a agricultura: armadillidium vulgare, porcellio laevis, porcellionides pruinosus e benthana picta[4] podem causar perdas de até 40% em pimentes, de até 70% em tomates e até 80% em feijoeiros[4] também podem atacar ervilha e outras hortaliças[4]
reprodução

a maior parte das espécies é unissexuada e ovípara, incubando os ovos na cavidade formada pelos oostegitos[4] quando os filhotes rompem estes ovos, estão no estado de pós-larva, com ausência do sétimo pereiópode, o último par de pernas incompletamente desenvolvido, coloração esbranquiçada, tegumento frágil e inexistência de características sexuais secundárias[4]
a reprodução é sexuada, onde o macho pressiona seu ladro ventral contra um lado da fêmea e injeta os espermatozoides em um dos gonóporos da fêmea utilizando um pleópode vibratório, e repetindo o processo do outro lado[4] as fêmeas e seu estado sexual são reconhecidos pelo macho por meio da antena, provavelmente por ação de feromnios[4] durante a estação reprodutiva as fêmeas passam pela muda ovígera, onde ocorre a formação de um marsúpio totalmente isolado do ambiente[4][1] esta bolsa incubadora tem como função o desenvolvimento inicial dos filhotes, de desenvolvimento direto, sem dependência de fontes externas de água, com fluido aparentemente sendo secretado da parede do corpo materno, formando um micro-aquário, e trocas gasosas ocorrendo provavelmente entre a hemolinfa e o fluido marsupial[5][1][4] ao nascer, os filhotes apresentam um par de pernas a menos do que os adultos, que surge posteriormente[5]
a taxa de crescimento é elevada durante os estágios iniciais dos isópodes terrestres, como forma de reduzir a taxa de mortalidade, que é muito alta nos primeiros dias de vida, mas que tende a reduzir-se conforme o tamanho corpóreo aumenta[8] o período de vida é de pouco mais de dois anos, apesar de que apenas 0,1% dos machos são mais velhos que um ano e apenas 1% das fêmeas atinge o segundo[8]
após 24 horas do nascimento ocorre a primeira ecdise nos tatuzinhos, que passam então a ocorrer a cada 3 ou 4 semanas até aproximadamente a idade de 6 meses, quando iniciam-se as ecdises de adultos, de 3 a 6 vezes por ano, sendo que podem viver de 3 a 4 anos[4] estas ecdises ocorrem na metade posterior do corpo e aproximadamente 24 horas depois na metade anterior, conferindo-lhes um aspecto bicolor durante o processo, já que a parte em muda clareia-se[4] normalmente a exúvia é ingerida para reaproveitamento de cálcio[4]


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