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Pesquisa aponta variabilidade nos casos de leishmaniose no amazonas


Região Metropolitana de Manaus é área endêmica e suscetível à doença.

Segundo mestre, áreas de risco são mais abrangentes de novembro a junho.

Do G1 AM

MosquitoEstudo analisou relação da doença com a dinâmica

da vegetação e clima (Foto: Reprodução/TV Tem)

Uma pesquisa de mestrado realizada noAmazonas analisou os casos de Leishamaniose Tegumentar Americana (LTA) e sua relação com os fatores climáticos e ambientais na Região Metropolitana deManaus utilizando dados das sé ries temporais dos números de casos da doença no período de 2002 a 2009. Entre os resultados, foi comprovado que a região analisada é uma área endêmica e suscetível a variabilidades no decorrer do ano.

O estudo intitulado #39;Casos de Leishmaniose Tegumentar Americana na Região Metropolitana de Manaus e suas relações com a dinâmica da vegetação e com a variabilidade climática #39; é de autoria do mestre em Clima e Ambiente, Afrânio de Lima Carvalho, e foi concluído em 2011.

Segundo ele, a pesquisa analisou o número de casos da doença na Região Metropolitana, suas relações com a dinâmica da vegetação e da variabilidade climática, e possibilitou comprovar que a região analisada em Manaus é uma área endêmica com surtos mensais intercalados durante o ano, para doenças tropicais causadas por vetores, onde se pode destacar a LTA.

"Os resultados ainda mostram que as sé ries de LTA sobre a Região Metropolitana de Manaus e seus municípios de proximidade [Careiro da Várzea, Iranduba, Itacoatiara, Manacapuru, Novo Airão, Presidente Figueiredo e Rio Preto da Eva] apresentaram um ciclo sazonal e uma variabilidade interanual, e que esta região concentra a maior quantidade de casos de LTA do Estado, segundo dados do Sistema de Informação de Vigilância Epidemiológica (Sivep/2010)", explicou.

O pesquisador també m destacou que durante o desenvolvimento do estudo foi possível observar que as áreas de risco são mais abrangentes no período de novembro a junho, enquanto que uma redução acentuada destas áreas é observada no período de julho a outubro. "Esse comportamento é consistente com a variabilidade anual de precipitação na região, a qual modula as variáveis ambientais utilizadas neste estudo", relatou.

Para Afrânio Carvalho, a pesquisa contribui de forma relevante para a adoção de políticas públicas que resultem em uma maior vigilância regional desta infecção, podendo ser utilizada para fins de monitoramento. "Neste contexto, o monitoramento de áreas com condições ambientais favoráveis para ocorrência do vetor da LTA poderá auxiliar estudos de identificação e quantificação dos flebótomos, reservatórios e patógenos da LTA", completou.



Fonte da Notícia: http://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2012/12/pesquisa-aponta-variabilidade-nos-casos-de-leishmaniose-no-amazonas.html

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