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Abdominoplastia


A abdominoplastia, também conhecida como demolipectomia, é um procedimento cirúrgico estético que objetiva remover gordura e pele em excesso da região abdominal, habitualmente por motivos estéticos.


A parede abdominal é composta por diversas camadas responsáveis por envolver e proteger as estruturas situadas na cavidade abdominal. Logo abaixo da pele encontra-se o tecido subcutâneo, formado especialmente por tecido adiposo e, mais profundamente, encontram-se três camadas superpostas de tecido muscular, responsáveis pela contração abdominal com compressão das estruturas profundas viscerais. De todas as partes do organismo, o tecido subcutâneo do abdômen, na maior parte das vezes, é o local onde a gordura mais se acumula.


O procedimento de abdominoplastia é indicado em casos de envelhecimento, excesso de pele devido à grande perda de peso ou então resultante de gestações. Dependendo do tipo de problema ocorrido, pode ser necessária a correção das paredes musculares profundas do abdômen, ou apenas os da superfície, na região do subcutâneo.


Anteriormente à realização da abdominoplastia, são solicitados alguns exames de rotina, como exames de sangue (coagulograma, hemograma, glicose, função renal e proteínas), de urina e eletrocardiograma.


Normalmente, aplica-se anestesia geral nesse tipo de cirurgia, mas também pode ser peridural ou similar. Realiza-se uma incisão horizontalmente acima da implantação dos pêlos pubianos, prolongando-se lateralmente em maior ou menor extensão, variando de acordo com o volume do abdômen a ser corrigido. Por conseguinte, desloca-se amplamente a parede anterior e lateral do abdômen, possibilitando uma visualização da parede muscular, bem como as correções necessárias.


Após corrigido os defeitos, tanto das paredes profundas quanto superficiais, é feito o fechamento da parede e reposicionamento da cicatriz umbilical em sua posição natural. Subsequentemente, o paciente é colocado na cama com o corpo semi-flexionado para evitar a tração dos tecidos remodelados. No geral, a hospitalização para este tipo de procedimento gira em torno de 2 a 3 dias.


Durante as primeiras 48h do pós-operatório é normal o paciente apresentar dor que é controlada por meio do uso de anti-inflamatórios e analgésicos. Durantes os primeiros 15 após a cirurgia, deve-se evitar realizar esforço físico, devido ao risco de ruptura das suturas feitas na musculatura. O paciente retorna à sua rotina normal gradativamente, sendo que a cicatriz final irá depender basicamente da cicatrização individual.


As complicações são raras, mas podem ocorrer, como: infecções, hematomas, seroma, problemas na cicatrização e trombose.



Débora Carvalho Meldau

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