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Beb?s e bichos de estimação, uma conviv?ncia possível


Quando a família que já tem um mascote cresce, é preciso adaptar algumas rotinas para o convívio entre o recém-nascido e o pet


Beb?s


Antes era só você, seu marido e seu bichinho de estimação. Tudo funcionava perfeitamente bem, obrigada. Mas agora, com a chegada de um bebê neste lar, será que as coisas vão mudar? Afinal, recém-nascidos e pets podem conviver bem na mesma casa?
“Se os pais tiverem bom senso e tomarem alguns cuidados básicos, bebês e animais podem conviver sem riscos e com muitos ganhos”, avalia a pediatra Priscila Catherino. A jornalista Simone Cavalcanti tanto concorda que viveu essa experiência na prática.


Simone tem dois gatos persas, a Frika e o Bartô, e em nenhum momento cogitou abrir mão deles quando descobriu que estava grávida da Bruna. “Acho um verdadeiro absurdo os casais que se desfazem de seu pet por causa da chegada de um bebê. O pet é a oportunidade de ensinar o respeito para a criança”, afirma.


Bruna aprendeu, desde muito pequena, a respeitar os animais e seus limites. “Uma vez cheguei em casa do trabalho e a Bruna, que tinha uns dois anos, tinha uma unhada da testa até o queixo. Foi uma oportunidade para explicar a ela que não deveria mexer com quem está quieto”, conta Simone.


E a lição deu certo. “Hoje a Bruna tem 7 anos e não tem medo de quase nada. Sabe respeitar os animais, primeiro deixando que eles a cheirem para depois fazer algum movimento”, relata a jornalista.


Relacionamento de aprendizado


A pediatra Priscila Catherino mostra que as oportunidades de aprendizado dos bebês com os animais não param por aí: “O bebê exercita a coordenação motora fina ao brincar e acariciar o animal, tem o estímulo motor ao engatinhar ou andar atrás do animal. Alguns estudos mostram também que esse contato ativa áreas do cérebro relacionadas a emoções”.


Há ainda pesquisas que sugerem o fortalecimento do sistema imunológico do bebê. A especialista Priscila destaca que, apesar de ainda não haver uma conclusão sobre isso, já é possível observar a redução do nível de estresse e de doenças comuns, como resfriados e cefaleias, tanto em crianças quanto em adultos que convivem com animais de estimação.


Mas é fundamental ressaltar que, para a convivência entre bebês e pets ser harmônica, é importante tomar alguns cuidados. Um dos principais é fazer uma apresentação “oficial” do recém-nascido para o mascote.


Na casa da Bruna, Simone conta que no mesmo dia em que a bebê chegou, foi apresentada para os gatos dentro do bebê conforto. “O Renato, pai da Bruna, abaixou e deixou que os gatos a cheirassem e matassem toda a curiosidade”, conta.


A médica Priscila cita também mais algumas ações a serem tomadas pelos pais do recém-nascido:


  • Aproxime o bebê do animal de forma gradual. Preferencialmente, é aconselhável evitar o contato direto nos três primeiros meses de vida.

  • Mantenha a casa limpa. Os animais costumam soltar muitos pelos e, por isso, aspirador e pano úmido devem ser utilizados com frequência na casa de quem tem recém-nascidos.

  • Evite que o bebê fique sozinho com o animal. Um adulto deve sempre supervisionar o bebê em contato com o mascote. Crianças muito pequenas não têm limites e podem acabar invadindo o espaço do animal e recebendo uma resposta instintiva, que pode machucar.



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