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Para o cão, a gangorra vai se parecer muito com o DOG WALK (passarela).
Contudo, a passarela é uma estrutura sólida e a gangorra não. O cão tem o instinto natural de medo e desconfiança de qualquer coisa que não seja segura, portanto com seu medo e insegurança, combinados com a prancha estreita, o grau de dificuldade dobra.
A passarela deve ser sempre ensinada primeiro, pois com a prancha estreita assimilada , fica somente o balanço da gangorra para ser superado.
Com um cão teimoso, um assistente pode ser utilizado a fim de não deixá-lo pular fora da gangorra. Mas se a passarela foi assimilada perfeitamente, não haverá problemas para o cão em caminhar na prancha estreita e a ajuda não será necessária.
Utilizando-se uma guia curta, aproxime-se do obstáculo em linha reta. Quando o cão atingir o início da subida, dê o comando e continue a subida devagar, sempre recompensando o cão com bastante carinho, até chegar ao ponto de balanço da gangorra, onde a distribuição de seu peso fará com que o obstáculo abaixe.
Dê o comando "fica" (stay) e com a mão direita abaixe a gangorra devagar até encostá-la no solo. Fazendo isso estamos controlando a prancha para que não desça em uma velocidade muito rápida, o que assustaria o cão.
Enquanto o cão estiver na posição de "fica", ele necessitará de muito carinho para que não tente pular da prancha enquanto está sendo abaixada.
Até que a prancha toque o solo, em hipótese alguma o cão deve tentar descer da gangorra.
De fato, é preferível segurar o cão dois ou três segundos após a prancha tocar o solo, para que ele possa se dar conta que não está mais em movimento, diminuindo assim sua apreensão.
O condutor deverá entender que após várias repetições do exercício acima, o cão aprenderá a julgar por conta própria o ponto de balanço da gangorra.
Se o condutor incorretamente e constantemente ensinou o cão a parar antes do ponto de balanço, ele vai continuar a parar antes.
Até que o condutor sinta em sua mão direita a prancha começar a descer, o cão não deve ser parado, sendo que o objetivo do treinamento é de ensiná-lo a subir na gangorra, parar no ponto do balanço, esperar que a gangorra abaixe e descer.
Se o cão não é treinado para tanto Subseqüentemente, quando ele tentar atravessar a gangorra em velocidade, o balanço vai ser tão rápido, que deixará o cão "nadando" no ar pois a prancha cairá em uma velocidade muito rápida e ele será penalizado com uma ou duas faltas.
Com a prancha descendo devagar ao chão, andar com o cão até o final da gangorra tem o mesmo significado que a passarela.A gangorra, assim coma passarela e a rampa A, possui suas zonas de contato de 92 cm em ambos os lados, onde o cão deve tocar com umas de suas patas.
Autor: Sam Gottlieb / Agility News
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